Steve Buscemi está cotado para entrar em "Burt Wonderstone", um filme da New Line Cinema que será realizado por Don Scardino. Jim Carrey, Olivia Wilde, Steve Carell e James Gandolfini estão confirmados no elenco desta comédia sobre um mágico (Steve Carrel) que matou, acidentalmente, um outro mágico com quem actuava, mas que tenta voltar à mó de cima com um show novo e memorável, tendo para esse efeito que afastar a concorrência de um mágico egocêntrico (JIm Carrey) que não o suporta. "Burt Wonderstone" só deverá chegar às salas de cinema em 2013.
Paranormal Activity Saga
É um dos franchises de terror mais bem sucedidos do novo século, assim sendo, todos os seus três filmes são merecedores de um visionamento no Dia das Bruxas, no entanto, se não apreciar filmes sobre o sobrenatural deverá manter-se afastado de todos os “Paranormal Activity”.
Saw Saga
O “Saw” de 2004 é claramente o melhor filme do franchise, no entanto, as outras seis obras que formam esta saga também têm os seus momentos de terror e sadismo. Os sete filmes são ricos em mortes violentas e macabras, mas os verdadeiros “Saws” são aqueles onde Jigsaw (Tobin Bell) tem um papel activo como vilão e são esses que deve ver.
Hostel Saga
Os dois “Hostels” de Eli Roth, “Hostel” (2005) e “Hostel: Part2” (2007), não são soberbos, mas cumprem aquilo que prometem, ou seja, muito sangue e muita violência, sendo portanto boas escolhas para o Halloween. "Hostel: Part 3" não tem o dedo de Eli Roth, não devendo portanto ser tão bom com os seus antecessores.
Scream Saga
Os filmes “Scream” não são tão assustador como os de outros franchises de sucesso, no entanto, todos eles têm cenas assustadoras e interessantes onde o GhostFace aterroriza novas vítimas ou velhos conhecidos, com os seus macabros telefonemas ou com a sua faca afiada.
Resident Evil Saga
As batalhas de Alice contra os Zombies e Monstros da Umbrella Corporation fizeram sucesso nas consolas e nas salas de cinema. É verdade que “Resident Evil” não tem muito terror, mas todos os seus filmes têm zombies famintos, muitos tiroteios e uma fantástica Milla Jovovich.
REC Saga
Os filmes "REC" mostram-nos o melhor lado do cinema de terror indie. "[Rec]"(2007) de Jaume Balagueró e Paco Plaza, cativou o mundo e deu azo a uma série de filmes de terror que, até ao momento, têm feito justiça à qualidade da obra inicial. A "Rec Saga" é claramente um hino ao terror e à obscuridade, um verdadeiro triunfo do cinema hispânico.
28 Days Later (2002) & 28 Weeks Later (2007)
Os enredos de “28 Days Later” (2002) e de “28 Weeks Later” (2007) têm várias cenas assustadoras e merecem ser vistos no Halloween, no entanto, estas duas obras britânicas funcionam muito melhor como thrillers que devem ser vistos de forma contínua.
The Descent (2005) & The Descent: Part 2 (2010)
O confuso Sistema de Cavernas de Appalachian está no centro destes dois fantásticos filmes de terror, onde vários humanóides carnívoros aterrorizam um grupo de mulheres que fazem de tudo para sobreviver ao iminente massacre. “The Descent” (2005) é melhor, mas “The Descent: Part 2” (2005) também tem o seu mérito.
Let The Right One In (2008) & Let Me In (2010)
Os filmes sobre criaturas sobrenaturais como Vampiros ou Lobisomens estão na moda, mas dentro deste estilo, nenhuma obra recente é tão boa como o sueco “Let The Right One In” (2008), ou como o seu remake norte-americano “Let Me In” (2010). Ambos os filmes retratam a história de amizade entre um humano e uma criatura da noite, mas entre os momentos enternecedores entre os dois, existem muitas cenas de terror.
Realizado por Jonathan Levine
Com Joseph Gordon-Levitt, Seth Rogen, Anna Kendrick
Género - Comédia Dramática
Estreia Nacional - 3 e Novembro de 2011
Sinopse - A história de "50/50" centra-se em Adam (Joseph Gordon-Levitt), um rapaz de vinte e cinco anos que descobre que tem cancro e que passa anos a lutar contra a doença, acabando mesmo por a vencer.
Estados Unidos da América - O Gato das Botas (Puss In Boots) da DreamWorks Animation arrasou as bilheteiras norte-americanas no seu fim-de-semana de estreia, ao arrecadar cerca de trinta e cinco milhões de dólares. O Halloween (Dia das Bruxas) beneficiou “Paranormal Actvity 3” que, no seu segundo fim-de-semana em exibição, arrecadou dezoito milhões de dólares, ficando assim no segundo lugar do Box Office Americano. O estreante “In Time” de Andrew Niccol arrecadou doze milhões de dólares, mais sete milhões que a outra estreia da semana: “The Rum Diary”.
Portugal - No Box Office Nacional, “The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn” de Steven Spielberg, levou mais de noventa mil pessoas aos cinemas, arrecadando assim cerca de seiscentos mil euros. A comédia romântica “What’s Your Number” não esteve tão bem como “Tintin” mas arrecadou, mesmo assim, sessenta mil euros em receita bruta, fruto de uma assistência acumulada de doze mil espectadores. O filme de terror “Don’t be Afraid of The Dark” não conseguiu entrar nos dez primeiros classificados porque só foi visto por duas mil pessoas. “Johnny English Returns” e “Contagion” continuam muito fortes nas bilheteiras nacionais.
O Halloween é uma das festividades favoritas dos norte-americanos que costumam mascarar-se e celebrar durante várias noites este feriado. As celebridades e actores de Hollywood também costumam sair e mostrar as suas criativas máscaras. O Portal Cinema mostra-lhe algumas celebridades mascaradas, entre elas Lea Michelle, Jessica Alba, Alan Cummings, Jamie Lee Curtis, Debra Messing, Rose McGowan, Ali Larter, David Arquete, Paris Hilton, Patrick Dempsey, Katherine Heigl e Zooey Deschanel.
A Millenium Pictures e a Corsan Pictures confirmaram que John Travolta e Robert De Niro vão protagonizar "Killing Season", um thriller que vai ser realizado por Mark Steven Johnson e que foi escrito por Evan Daugherty. O enredo de "Killing Season" vai-se centrar num veterano de guerra (Robert De Niro) que se isolou nas Montanhas dos Apalaches, onde, certo dia, recebe a visita de um turista (John Travolta) com quem trava uma forte amizade, no entanto, este turista é na realidade um ex-soldado sérvio que se que vingar do veterano que lutou na Guerra da Sérvia. As filmagens de "Killing Season" deverão começar em Janeiro de 2012.
Os vencedores do DocLisboa 2011 foram revelados. O documentário “É Na Terra, Não É Na Lua” de Gonçalo Tocha, venceu o Grande Prémio Cidade de Lisboa de Melhor Filme, vencendo assim várias obras de renome internacional. “Yama No Anata” de Aya Koretzky, venceu o Prémio de Melhor Documentário Nacional. O DocLisboa 2011 realizou-se de 20 a 30 de Outubro.
Competição Internacional
Grande Prémio Cidade de Lisboa - Melhor Filme
“É Na Terra, Não É Na Lua” de Gonçalo Tocha
Prémio DocLisboa - Melhor Curta-Metragem
“Con la Licencia de Diós” de Simona Canonica
Prémio Especial do Júri DocLisboa
“Territoire Perdu” de Pierre-Yves Vandeweerd
Prémio Revelação DocLisboa
“Ami, Entends-tu” de Nathalie Nambot
Prémio Universidades
“De Engel Van Doel” de Tom Fassaert
Prémio RTP2 - Melhor Documentário de Investigação
“Diário de Uma Busca” de Flávia Castro
Menção Honrosa do Júri do Prémio Investigações
“Rechokim The Collaborator and His Family2 de Ruthie Shatz e Adi Barash
Competição Nacional
Prémio Doclisboa - Melhor Filme
“Yama No Anata” de Aya Koretzky
Prémio Caixa Geral de Depósitos - Melhor Primeira Obra
“A Nossa Forma de Vida” de Pedro Filipe Marques
Prémio DocLisboa e ISCTE-IUL - Melhor Curta-Metragem
“Praxis” de Bruno Cabral
Prémio Restart - Melhor Filme da Competição Portuguesa
“Yama No Anata” de Aya Koretzky
Prémio Para Melhor Filme Internacional em Português
“Diário de Uma Busca” de Flávia Castro
Ryan Kwanten e Amy Smart estão cotados para entrarem em "7500", um thriller sobrenatural da CBS Films que será realizado por Takashi Shimizu. Kwanten e Smart deverão dar vida a dois passageiros de um voo internacional que é atacado por uma força sobrenatural. “7500” ainda não tem uma data de estreia definida.
Realizado por Lynne Ramsay
Com Tilda Swinton, John C. Reilly, Ezra Miller
Género - Drama
Estreia Nos EUA - Setembro de 2011
Sinopse - Eva deixou a sua vida profissional e as suas ambições profissionais de lado para dar à luz a Kevin. A comunicação entre mãe e filho começa logo por ser muito complicada. Quando chega aos 16 anos, Kevin comete um crime irreparável. Eva fica despedaçada entre a culpabilidade e o seu sentimento materno. Ama o seu filho? Qual é a parte de responsabilidade no acto que cometeu Kevin?
Arnold Schwarzenegger deverá entrar em mais um filme de acção. O famoso actor já está confirmado nos elencos de “The Expendables 2” e “The Last Stand”, mas também vai protagonizar "Black Sands", uma obra que vai ser realizada por Scott Waugh e Mike McCoy. Schwarzenegger vai ser um homem solitário que inicia um violento confronto contra um fabricante de armas. “Black Sands” só deverá estrear em 2013.
A New Line Cinema vai fazer um filme sobre tornados que terá um visual semelhante a "The Blair Witch Project" ou a “Cloverfield”. O filme vai-se chamar "Category Six" e vai-se centrar num cientista que utiliza uma câmara de filmar para provar a existência de uma sexta categoria de tornados. Esta obra ainda não tem uma data de estreia definida.
A ByronPoduções avisa que a curta-metragem "A Chamada", está disponível para aluguer gratuito no Meo VideoClube, onde já foi vista por mais de 2000 pessoas desde Julho de 2011. A ByronProduções também procura candidatos para a equipa do seu próximo projecto NÃO remunerado a rodar em Janeiro de 2012. Estão disponíveis os seguintes cargos: Chefe de Guarda-Roupa, Cabeleireiro(a), Maquilhador(a), Assistente de Iluminação, 2º Assistente de Produção e Fotógrafo(a) de Cena. Os interessados deverão enviar CV para byronproducoes@gmail.com até 6 de Novembro. Será depois feita uma pré-selecção e os escolhidos serão chamados para entrevista com o produtor.
O The Hollywood Reporter afirma que Joel Kinman vai ser Sir Lancelot em "Arthur & Lancelot", uma comédia que se assume como uma versão alternativa da história lendária do Rei Artur: “Arthur & Lancelot” vai ser realizado por David Dobkin e deverá estrear em Março de 2013.
Kristen Bell, Bradley Cooper, Tom Arnold, Kristin Chenoweth, Beau Bridges, David Koechner, Dax Shepard, Joy Bryant e Ryan Hansen vão formar o elenco de "Outrun", uma comédia de acção que foi escrita e que vai ser realizada por David Palmer e Dax Shepard. A história de “Outrun” vai-se centrar em Charlie, um ex-criminoso (Dax Shepard) que era o motorista oficial de um perigoso gang que ele acabou por abandonar e denunciar às autoridades. Charlie decide voltar a Los Angeles para apoiar a carreira de actriz da sua namorada (Kristen Bell), mas quando o seu antigo chefe (Bradley Cooper) descobre que ele está de volta a cidade, Charlie vai ter que recorrer a todas as suas habilidades para conseguir sobreviver à sua fúria assassina. “Outrun” deverá estrear em 2012.
Realizado por Simon Curtis
Com Michelle Williams, Kenneth Branagh, Judi Dench
Género - Drama
Estreia Mundial - Novembro de 2011
Sinopse - Um filme baseado no diário de Colin Clark onde este descreve vários pormenores dos momentos que passou com Marilyn Monroe durante a rodagem de "The Prince And The Showgirl" (1957).
James Gandolfini deverá unir-se a Jim Carrey e a Steve Carell no elenco de "Burt Wonderstone", um filme da New Line Cinema que será realizado por Don Scardino. Olivia Wilde, Sarah Silverman e Michelle Monaghan também estão cotadas para entrar nesta obra, onde Gandolfini deverá dar vida ao dono de um casino de Las Vegas. “Burt Wonderstone” é uma comédia sobre um mágico (Steve Carrel) que matou, acidentalmente, um outro mágico com quem actuava, mas que tenta voltar à mó de cima com um show novo e memorável, tendo para esse efeito que afastar a concorrência de um mágico egocêntrico (JIm Carrey) que não o suporta. Burt Wonderstone" só deverá chegar às salas de cinema em 2013.
Realizado por Steven SpielbergCom Jamie Bell, Andy Serkis, Daniel Craig, Simon Pegg
Por alturas da estreia de “Raiders of the Lost Ark”, decorria o ano de 1981, alguns críticos franceses não hesitaram em comparar a mítica personagem de Indiana Jones com a não menos mítica personagem de Tintin. Tanto o arqueólogo do chapéu e da barba de dois dias como o jovem jornalista de poupa levantada criado por Hergé pareciam ter uma propensão quase fatalista para a grande aventura. Ambos partilhavam o mesmo código genético. De intenções nobres e coração intrépido, tanto o Dr. Jones como o destemido Tintin entregavam-se à aventura com a maior das facilidades, facilmente afundando-se em tramas que nunca os favoreciam mas que conseguiam despertar o que de melhor havia neles. É claro que o arqueólogo saído da mente de Steven Spielberg e George Lucas atingiu níveis de popularidade bem mais elevados por esse mundo fora, não fosse o cinema uma arte muito mais popular do que a banda-desenhada (já para não falar da maior facilidade com que uma personagem americana se torna universal, quando comparada com uma franco-belga). De qualquer forma, cada um à sua maneira, Indiana Jones e Tintin depressa reservaram o seu espaço merecido no seio da cultura popular. Mas a verdade é que este último nunca se conseguiu impor verdadeiramente no mercado norte-americano (ainda hoje muitos americanos desconhecem as aventuras de Tintin, razão pela qual este projecto cinematográfico sempre foi considerado um projecto de risco moderado) e até Steven Spielberg só passou a conhecê-lo quando tomou conhecimento das tais comparações com o “seu” Indiana Jones. Claro que a partir do momento em que tratou de se familiarizar com o jornalista mais famoso da banda-desenhada europeia, um mundo de novas oportunidades abriu-se na mente de Spielberg. Poder-se-á falar de amor à primeira vista. Com a chancela do próprio Hergé, Spielberg não perdeu nem mais um segundo a adquirir os direitos de adaptação cinematográfica de Tintin. E 30 anos passados, com a tecnologia por que Spielberg esperava finalmente disponível e a um nível aceitável, eis que “The Adventures of Tintin” aterra nos cinemas de todo o mundo para arrasar com tudo e todos.
Por alturas da estreia de “Raiders of the Lost Ark”, decorria o ano de 1981, alguns críticos franceses não hesitaram em comparar a mítica personagem de Indiana Jones com a não menos mítica personagem de Tintin. Tanto o arqueólogo do chapéu e da barba de dois dias como o jovem jornalista de poupa levantada criado por Hergé pareciam ter uma propensão quase fatalista para a grande aventura. Ambos partilhavam o mesmo código genético. De intenções nobres e coração intrépido, tanto o Dr. Jones como o destemido Tintin entregavam-se à aventura com a maior das facilidades, facilmente afundando-se em tramas que nunca os favoreciam mas que conseguiam despertar o que de melhor havia neles. É claro que o arqueólogo saído da mente de Steven Spielberg e George Lucas atingiu níveis de popularidade bem mais elevados por esse mundo fora, não fosse o cinema uma arte muito mais popular do que a banda-desenhada (já para não falar da maior facilidade com que uma personagem americana se torna universal, quando comparada com uma franco-belga). De qualquer forma, cada um à sua maneira, Indiana Jones e Tintin depressa reservaram o seu espaço merecido no seio da cultura popular. Mas a verdade é que este último nunca se conseguiu impor verdadeiramente no mercado norte-americano (ainda hoje muitos americanos desconhecem as aventuras de Tintin, razão pela qual este projecto cinematográfico sempre foi considerado um projecto de risco moderado) e até Steven Spielberg só passou a conhecê-lo quando tomou conhecimento das tais comparações com o “seu” Indiana Jones. Claro que a partir do momento em que tratou de se familiarizar com o jornalista mais famoso da banda-desenhada europeia, um mundo de novas oportunidades abriu-se na mente de Spielberg. Poder-se-á falar de amor à primeira vista. Com a chancela do próprio Hergé, Spielberg não perdeu nem mais um segundo a adquirir os direitos de adaptação cinematográfica de Tintin. E 30 anos passados, com a tecnologia por que Spielberg esperava finalmente disponível e a um nível aceitável, eis que “The Adventures of Tintin” aterra nos cinemas de todo o mundo para arrasar com tudo e todos.

The Secret of the Unicorn foi o livro escolhido para esta primeira adaptação cinematográfica. A narrativa apresenta-nos um Tintin (Jamie Bell) descontraído e bem-disposto, cuja vida começa a andar para trás no preciso momento em que adquire o modelo de um navio antigo baptizado com o nome de The Unicorn numa feira de antiguidades. Meros segundos após a compra, Ivanovich Sakharine (Daniel Craig) aborda o então desconhecido Tintin, prestando-se a comprar-lhe o navio pelo dobro do preço. Mas o rapaz recusa cordialmente a oferta e vira as costas ao homem de vestes excêntricas. O seu destino fica selado com tal decisão. Ainda no decorrer desse dia, o apartamento de Tintin é vandalizado por rufias que procuravam um pergaminho escondido no pequeno navio de madeira. Com a ajuda de Snowy (Milú, na versão portuguesa), Tintin acaba por encontrar o tal pergaminho por debaixo de um móvel, pergaminho esse que contém um poema enigmático e uma série de símbolos deveras invulgares. Perante isto, o jovem repórter depressa compreende que foi empurrado para uma trama perigosa e com muito que se lhe diga. Razão pela qual, incapaz de permanecer quieto no seu cantinho, decide começar a investigar o caso com o intuito de descobrir o que o The Unicorn tem de tão especial. Determinado em desvendar os segredos do navio e da história que este tem por detrás, Tintin embarca assim numa viagem pelos quatro cantos do mundo. Uma viagem cheia de perigos e muitas reviravoltas, que o levará a conhecer um capitão dos mares com sérios problemas de bebida chamado Haddock (Andy Serkis) e também a colaborar de bem perto com um par de inspectores que criam o caos por onde passam.

Foram já feitas muitas comparações com Indiana Jones ao longo dos anos, mas esta será talvez aquela que mais sentido faz. Isto porque se no papel Indy e Tintin já apresentavam semelhanças, na tela de cinema quase que parecem duas faces da mesma moeda. É inevitável. Vemos “The Adventures of Tintin” a desenrolar-se no grande ecrã e sentimos a alma de Indiana Jones por mais do que uma vez. O espírito enérgico e subtilmente cómico da aventura é exactamente o mesmo, sendo justo dizer que este Tintin de Steven Spielberg é uma espécie de Dr. Jones animado. Claro que o estilo de filmagem de Spielberg e a banda-sonora sempre envolvente de John Williams ajudam a estabelecer tais comparações e sensações de déjà-vu. Com outro realizador e outra equipa técnica atrás das câmaras, os pontos de contacto entre as duas personagens seriam assim tão óbvios? Provavelmente não. Mas o que é certo é que Spielberg e companhia potenciam as qualidades do mundo idealizado por Hergé ao máximo dos máximos, criando aqui um universo cinematográfico tão cativante quanto explosivo. “The Adventures of Tintin” ainda pode ter chegado a causar algumas dúvidas no que à sua qualidade e competência diz respeito. Mas depois de ver os resultados finais, é difícil imaginar alguém que saia desiludido ou cabisbaixo da sala de cinema. Só mesmo quem não for fã do universo Tintin ou quem estiver à espera de ver um filme de imagem real pode sair da sala com as expectativas defraudadas. Todos os outros decerto ficarão encantados com um crescendo narrativo tão bombástico e empolgante, e personagens tão genuínas e reais que nem parece que são animadas. E isto porque “The Adventures of Tintin” é o filme de grande aventura para toda a família que Spielberg tem tentado fazer desde “Indiana Jones and the Last Cruzade” e que “Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull” não conseguiu ser.

A técnica de performance capture utilizada neste filme (e já usada em obras como “Avatar”, “King Kong”, “A Christmas Carol” ou o pioneiro “The Lord of the Rings”) continua a deixar algo a desejar. Ainda estamos muito longe de poder dizer que esta técnica está pronta a substituir os filmes de imagem real, de tal forma que os actores de carne e osso mais conservadores podem desde já ficar descansados. Ainda assim, quando utilizada num contexto de fábula ou de aventura infantil, a performance capture começa já a mostrar-se minimamente competente e até mesmo prometedora. “A Christmas Carol” funcionou porque se tratava de um conto mágico sobre o Natal. Este “The Adventures of Tintin” também funciona porque se trata de uma homenagem à banda-desenhada de Hergé, sendo a única forma de os produtores se manterem cem por cento fiéis ao material original. Já em filmes como “Beowulf”, porque não têm este contexto de homenagem a material de outras áreas artísticas, a coisa não funciona tão bem. No filme aqui em questão, no entanto, a performance capture faz mesmo todo o sentido porque seria impossível obter um Tintin ou um Capitão Haddock tão fiéis à banda-desenhada (física e mesmo psicologicamente) se os produtores tivessem optado seguir o formato de imagem real. Spielberg e o produtor Peter Jackson saem portanto triunfantes deste projecto arriscado, apesar de ainda não sabermos como os americanos irão reagir às aventuras do repórter belga mais famoso do mundo (nos EUA o filme só estreará em Dezembro). Demonstrando toda a sua genialidade, Spielberg aproveita mesmo esta abordagem animada para criar sequências de acção verdadeiramente deliciosas. Sequências de acção sem cortes e detentoras de uma dinâmica extraordinária, que levariam meses e meses de planeamento numa filmagem de imagem real (para não dizer que seriam simplesmente impossíveis de filmar, pelo menos com os mesmos resultados tão deslumbrantes e espectaculares). Comprovando que ainda está aqui para as curvas, o velho mestre do cinema-espectáculo utiliza a performance capture para pôr em prática todo o potencial do seu génio criativo, escapando às fragilidades desta tecnologia para nos oferecer uma das obras mais dinâmicas, empolgantes e excitantes do ano. Um verdadeiro mimo para os fãs de Hergé; um compromisso obrigatório para os fãs da Sétima Arte.
Classificação – 4 Estrelas Em 5
Gerard Butler, Matthew McConaughey e Sam Worthington deverão ser confirmados no elenco de “Thunder Run", um filme bélico de Simon West. O seu enredo vai ser baseado em "Thunder Run: The Armored Strike do Capture Baghdad", um livro da autoria de David Zucchino e Mark Bowden que narra os acontecimentos relativos à ultima investida do exército norte-americano contra o exército iraquiano em Bagdag, investida essa que veio a acabar com a Guerra do Iraque. ”Thunder Run” ainda não tem uma data de estreia definida.
Kirsten Dunst e Orlando Bloom vão contracenar em “Cities”, um thriller financeiro que vai ser realizado por Roger Donaldson e que também conta com Clive Owen e Anil Kapoor no seu elenco. O enredo deste “Cities” vai-se centrar em vários indivíduos que tentam fazer ou manter fortunas na Bolsa de Acções durante os meses que antecederam a Crise Mundial, e que ficaram marcados por uma subida descontrolada do Dow Jones. Dunst e Bloom vão dar vida a um casal britânico que investe todo o seu dinheiro no mercado financeiro, acabando por ser uma das vítimas da crise que se seguiu. Já Clive Owen vai ser um ganancioso gestor de fundos de investimento que fará de tudo para se tornar multimilionário. "Cities" ainda não tem uma data de estreia definida.
Realizado por Shawn Levy
Com Hugh Jackman, Evangeline Lilly, Dakota Goyo
Género - Ficção Científica/Acção
Estreia Nacional - 3 de Novembro de 2011
Sinopse - Charlie Kenton (Hugh Jacman) é um ex-pugilista que perdeu a sua oportunidade de ganhar o título quando robôs gigantes tomaram conta do ringue. Charlie, é agora um insignificante promotor de combates que sobrevive a arranjar, peça a peça, robôs já descartados que posteriormente utiliza em combates ilegais. Quando já pouco ou nada resta da sua dignidade, Charlie, relutantemente, junta-se ao seu filho Max (Dakota Goyo), em cuja vida nunca esteve presente, para construir e treinar um verdadeiro campeão. Quando, na brutal e implacável arena é elevada a fasquia, Charlie e Max, contra todas as expectativas, encontram ali a sua última chance para um regresso apoteótico.
A Summit Entertainment contratou Sylvester Stallone para protagonizar "The Tomb", um thriller que ainda não tem um realizador definido. O actor vai dar vida a um arquitecto que terá de fugir de uma prisão que ele ajudou a desenhar e construir. “The Tomb” ainda não tem uma data de estreia definida.
A Walt Disney Pictures contratou o guionista de “Toy Story 3”, Michael Arndt, para trabalhar com Swampy Marsh e Dan Povenmire no argumento de "Phineas and Ferb", um filme animado que será baseado na homónima série televisiva do Disney Channel sobre as aventuras diárias de Phineas Flynn e Ferb Fletcher. "Phineas and Ferb – The Movie" deverá estrear nos Estados Unidos da América a 26 de Julho de 2013.
Realizado por Ti West
Com Sara Paxton, Pat Healy, Kelly McGillis
Género - Terror
Estreia Mundial - Fevereiro de 2012
Sinopse - Os donos de um hotel centenário resolvem fechá-lo e colocá-lo à venda. O estabelecimento parece ser bastante comum, mas os seus trabalhadores acreditam que ele está assombrado, um receio que é confirmado quando estranhos eventos começam a acontecer.
O The Hollywood Reporter afirma que Gabriel Byrne, Elsa Pataky, Julian Sands, Rufus Sewell, Toby Stephens e James Frain vão formar o elenco de "All Things to All Men", um thriller que vai marcar a estreia de George Isaac como realizador. A história deste filme vai-se centrar num criminoso que tem que evitar ser preso por um detective e morto por um mafioso.
Craig Gillespie abandonou a cadeira de realizador de "Pride and Prejudice and Zombies", uma comédia de terror que será baseada no homónimo trabalho literário de Seth Grahame-Smith. David O. Russell e Mike White também já tinham abandonado a realização desta obra que ainda não tem nenhum actor confirmado no seu elenco. "Pride and Prejudice and Zombies" é descrito como sendo uma versão zombie e alternativa de "Pride and Prejudice", um famoso romance da autoria de Jane Austen.
Realizado por Michael Sucsy
Com Rachel McAdams, Channing Tatum, Scott Speedman
Género - Drama
Estreia Mundial - Fevereiro de 2012
Sinopse - Paige (Rachel McAdams) é uma mulher recém-casada que sofre um acidente de carro e entra em coma. Quando acorda os médicos descobrem que ela está amnésica, uma situação que obriga o seu marido, Leo (Channing Tatum), a reconquistar o seu coração.
Olivia Wilde vai ser a nova Lara Croft. A actriz confirmou a Janio Nazareth do Reporter Hollywood que aceitou dar vida à famosa personagem na nova série de filmes “Tomb Raider”. Megan Fox também estava cotada para este trabalho, mas o estúdio acabou por preferir uma actriz menos conflituosa e com mais trabalhos de relevo no currículo. É de recordar que Angelina Jolie deu vida a Lara Croft em “Lara Croft: Tomb Raider” (2001) e em “Lara Croft: Tomb Raider: The Cradle of Life” (2003). Mark Fergus vai realizar este novo “Tomb Raider” que ainda não tem uma data de estreia definida.
Realizado por Mark Mylod
Com Anna Faris, Chris Evans, Ari Graynor
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Com Anna Faris, Chris Evans, Ari Graynor
O último trimestre do ano não é muito propício à estreia de comédias românticas, porque é a altura escolhida pela maioria dos estúdios/ distribuidoras para lançar os seus candidatos aos maiores prémios da indústria, no entanto, este factor não demoveu a 20th Century Fox de estrear “What’s Your Number?”, uma comédia medíocre onde Anna Faris se assume claramente como o único elemento de relevo. A história desta obra centra-se em Ally (Anna Faris), uma mulher sem sorte ao amor, que lê numa revista feminina que as mulheres que tiveram relações sexuais com mais de vinte indivíduos correm o sério risco de nunca encontrarem o seu homem ideal. Ally faz as contas e chega à conclusão que já dormiu com vinte homens, um número limite que a deixa obcecada em procurar o paradeiro dos seus ex-namorados para perceber se um deles é o homem dos seus sonhos.
A sua fórmula narrativa tem um ou outro elemento inovador, mas na sua essência é extremamente semelhante à de outros insucessos críticos relativamente recentes como “No Strings Attached” (2011), “Just Go With It (2011)” (2011) ou “Leap Year” (2010), ou seja, comédias onde o interveniente central acaba por se apaixonar pelo homem ou pela mulher que o/a deveria ajudar na sua demanda amorosa. O enredo de “What’s Your Number?” também contém os habituais clichés românticos/ sexuais que normalmente encontramos nas comédias norte-americanas, no entanto, neste caso, esses clichés acabam por não ser tão centrais ou tão axiomáticos como em outros filmes. O seu final é óbvio e as suas cenas cómicas também não são brilhantes nem fascinantes, muito embora, Anna Farris tenha dado o seu melhor para lhes conferir um maior interesse humorístico, uma tentativa infrutuosa mas louvável que contrasta com o sofrível trabalho de Chris Evans. “What’s Your Number?” é, em suma, um filme básico que muito dificilmente motivará um novo visionamento a quem o veja.
Classificação – 2 Estrelas Em 5
















































