O realizador George Hickenlooper morreu neste último Sábado, aos quarenta e sete anos de idade, vítima de morte súbita. O cineasta foi encontrado morto no hotel em que estava hospedado em Denver (Estados Unidos da América) onde se encontrava a divulgar o seu novo filme, “Casino Jack”. George Hickenlooper realizou vários filmes como “Factory Girl” (2006) ou ”Dogtown” (1997).
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Realizado por Tod Williams
Com Brian Boland, Sprague Grayden, Molly Ephraim, Katie Featherston, Micah Sloat

Saído da mente do realizador Oren Peli, “Paranormal Activity” - um filme de baixo orçamento rodado na própria casa do realizador, foi um autêntico fenómeno de popularidade à escala mundial. A sua premissa era simples e bastante original: um casal de jovens sente-se assombrado por um fantasma ou poltergeist e, com o intuito de compreender o que se passava enquanto dormiam, ambos decidem recorrer às filmagens de uma câmara para captar todo e qualquer fenómeno paranormal. Acima de tudo, o filme valia pela sua densa atmosfera de tensão, criada através de subtis jogos de som e de luz. Imediatamente, a crítica especializada bafejou a obra de Peli com uma montanha de elogios, chegando mesmo a haver quem dissesse que se estava perante um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Num ápice, também o público aderiu em massa ao novo fenómeno do cinema de terror, havendo mesmo relatos de pessoas que desmaiavam em plena sala de projecção e rumores acerca de países que proibiam a exibição do filme, supostamente por este se tratar de uma obra demasiado perturbadora. Campanha de marketing bem sucedida aliada a histeria por parte do público? Talvez. Mas ainda assim, ninguém podia negar que “Paranormal Activity” era um filme bastante assustador. Uma obra que pecava por alguma falta de arrojo nos seus minutos finais, mas que havia reservado o seu merecido lugar na História da Sétima Arte.
E como não podia deixar de ser, perante tão avultada fama e tão aclamado sucesso, os produtores da Paramount Pictures não perderam tempo em engendrar uma sequela. Três anos depois do ilustre filme original (porque apesar da maior parte do público só o ter visto no ano passado, o filme de Oren Peli já datava de 2007), “Paranormal Activity 2” chega às salas de cinema mundiais com um orçamento muitíssimo superior e expectativas mais elevadas do que nunca por parte de todos os cinéfilos. Para esta sequela, o factor surpresa não era mais um trunfo. Ao contrário do que havia acontecido com a obra original, ao entrar na escuridão da sala de cinema, desta vez já todos sabem ao que vão. E talvez por causa disso (e também de muito mais), “Paranormal Activity 2” não consegue ter o mesmo impacto do seu predecessor.
De certa forma, “Paranormal Activity 2” está mais próximo de ser uma prequela do que uma sequela. Ao contrário do que se poderia pensar, não acompanhamos os acontecimentos posteriores à morte de Micah (Micah Sloat), mas sim os acontecimentos que precedem tudo aquilo que nos foi permitido visionar na película original. Desta vez, Katie (Katie Featherston) e Micah são relegados para segundo plano (apesar de Katie continuar a ser uma personagem preponderante no desenrolar de toda a narrativa). Esta obra de Tod Williams leva-nos antes a conhecer a família de Kristi Rey (Sprague Grayden) – a irmã de Katie, da qual já tínhamos ouvido falar no primeiro filme. Após um violento assalto à moradia da família Rey, Dan (Brian Boland) – o marido de Kristi – decide instalar um sistema de câmaras de vigilância por toda a casa como forma de precaver uma segunda ocorrência do mesmo fenómeno. Nos primeiros dias após a instalação das referidas câmaras, nada de anormal é captado pelo sistema de gravação. Porém, aos poucos, o demónio que viria a assombrar Katie começa a aterrorizar a família Rey com consequências incomensuravelmente trágicas para todos aqueles que os rodeiam. E para deleite do espectador, todo o horror fica registado nas câmaras de vigilância.


Comecemos já por abordar aquilo que, provavelmente, todos quererão saber. Afinal de contas, “Paranormal Activity 2” é melhor ou pior do que o filme original? A minha resposta não é mais do que uma mera opinião pessoal; mas ainda assim, é uma resposta peremptória: apesar dos orçamentos mais elevados e apesar dos valorosos esforços do realizador Tod Williams, “Paranormal Activity 2” é consideravelmente mais fraquinho que o seu antecessor. Não sou daqueles que defende que o primeiro filme é o melhor filme de terror de todos os tempos. Todavia, sempre reconheci que “Paranormal Activity” era uma obra bastante interessante e deveras assustadora. Um daqueles filmes raros que tem a força necessária para nos tirar o sono por algumas noites. E isto é algo que a sua sequela, apesar de também possuir momentos de absoluta tensão e arrepiante pavor, não consegue fazer.
Estamos a falar de uma película que tem os seus momentos. Ao bom estilo do filme original, os espectadores podem contar com vários momentos em que terão dificuldades em manter os olhos abertos. Principalmente no seu último terço, “Paranormal Activity 2” proporciona minutos de alta tensão; minutos em que os espectadores estão constantemente a saltar das suas cadeiras. Contudo, não consegue despoletar em nós a mesma sensação de terror que tanta fama deu à obra original. Por um lado, isto deve-se ao tal factor surpresa que já se evaporou. Mas por outro lado, deve-se também a uma realização mais fraquinha por parte de Tod Williams e a um argumento que nos deixa a torcer levemente o nariz.


Em vários momentos da película, ficamos com a nítida sensação de que tudo está a decorrer de forma demasiado apressada. Algumas das cenas nocturnas passam tão rápido que nem deixam o espectador saborear a tensão do profundo silêncio. E tal como no primeiro filme, muitas dessas cenas terminam quando estão precisamente a ficar mais interessantes. A realização de Williams não dá espaço a que as personagens desabrochem, nem permite que elas se aprofundem. Como consequência disto, o espectador acaba por não se identificar tanto com o sofrimento das personagens e isso reflecte-se na forma como muitos acabam por perder o interesse pelas mesmas, começando até a soltar gargalhadas quando deviam estar arrepiados de medo. “Paranormal Activity 2” é um filme bem mais desequilibrado e inconsistente que o seu antecessor. Tal como já foi dito, o argumento também não ajuda, presenteando-nos com uma narrativa que, a espaços, se nota que é demasiado forçada e pouco credível. Na minha opinião, a ponte de ligação que tentam fazer com o primeiro filme é inverosímil e chega mesmo a apresentar algumas pontas soltas que só confundem o espectador.
Concluindo, pode dizer-se que “Paranormal Activity 2” desilude um pouco. Mas ainda assim, acaba por não estar muito longe daquilo que a obra original já nos tinha oferecido. Razão pela qual penso que será justo dizer que a maior parte dos espectadores não deverá sair defraudada da sala de cinema. Embora duvide que voltemos a ouvir relatos de pessoas desmaiadas e vetos governamentais.

Classificação – 3,5 Estrelas Em 5
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A Lionsgate marcou a estreia norte-americana de “Conan” para 19 de Agosto de 2011. O filme vai acompanhar as aventuras de Conan, um poderoso guerreiro que atravessa o Continente de Hibórea em busca de vingança pelo homicidio do seu pai e pela destruição da sua vila. Jason Momoa (Conan), Rachel Nichols (Tamara), Stephen Lang (Khalar Singh), Rose McGowan (Marique), Bob Sapp (Ukafa), Ron Perlman (Corin) e Leo Howard (Conan Jovem) integram o elenco desta produção que será realizado por Marcus Nispel e que será lançada em 2D e 3D.
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Realizado por Michel Gondry
Com Seth Rogen, Cameron Diaz, Jay Chou, Christoph Waltz
Género – Acção
Estreia Mundial – 14 de Janeiro de 2011
Sinopse – Britt Reid (Seth Rogen) é um milionário que em conjunto com o seu motorista, Kato (Jay Chou), combate o crime na sua cidade.
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Após longos anos de ausência, o cinema africano volta às telas brasileiras! A Bonfilm vai lançar o filme “Um Homem Que Grita” de Mahamat Saleh Haroun, a 19 de Novembro na véspera do Dia da Consciência Negra.Este é o primeiro filme africano seleccionado em competição oficial no Festival de Cannes em treze anos! Foi particularmente bem recebido pela crítica internacional e venceu o Prémio Especial do Júri do Festival de Cannes.. Este filme oferece por tanto uma rara oportunidade ao cinema africano de reencontrar um lugar nas salas de cinema do Brasil. Há muitos anos, nenhuma produção africana foi lançada nos cinemas aqui apesar da importância da África em termo histórico e na memória do Brasil. Mahamat Saleh Haroun virá ao Brasil do dia 2 a 10 de Novembro para apresentar o filme na Mostra de São Paulo (3/11), em Brasília a convite da Fundação Cultural Palmarès (9/11) e no Festival Afro-carioca de Cinema Negro (10/11).
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Realizado por Neil Jordan
Com Colin Farrell, Alicja Bachleda, Tony Curran

A ilusão de fantasia reina em Ondine”, um romance dramático onde somos confrontados com uma sobreposição constante entre a realidade e o misticismo irlandês, uma sobreposição meramente ilusória que foi magistralmente montada por Neil Jordan, um experiente cineasta que mais uma vez conseguiu rentabilizar uma história aparentemente vulgar. Syracuse (Colin Farrell) é um humilde pescador irlandês com vários problemas financeiros que dedica todo o seu tempo livre à sua única filha, Annie (Allison Barry), uma menina sonhadora que se encontra gravemente doente. Um dia, Syracuse encontra presa à sua rede de pesca uma bela e misteriosa mulher, Ondine (Alicja Bachleda), por quem se apaixona perdidamente e que rapidamente cativa a sua filha que acredita que ela é uma selkie, uma mítica sereia/ninfa com poderes mágicos que apareceu subitamente nas suas vidas para resolver todos os seus problemas.


À semelhança do que fez com “Breakfast on Pluto” (2005) ou com “Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles” (1994), Neil Jordan conseguiu transformar uma história relativamente comum numa fantasia edílica que utiliza vários elementos folclóricos para nos manter ”amarrados” a um enredo simples que se centra, neste caso concreto, num incandescente romance entre Syracuse e Ondine mas que também explora vários temas complexos como o alcoolismo ou o tráfico de narcóticos, no entanto, nenhum destes temas é alvo de uma abordagem exaustiva porque o que realmente está no centro desta história é o amor, um poderoso sentimento que está presente nas três relações que são estabelecidas entre as três personagens principais e que é claramente rentabilizado pela fantasia e pelo misticismo inerentes à lenda das selkies. Ao contrário de “Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles”, “Ondine” utiliza apenas uma ilusão de uma fantasia/lenda para nos manter presos à sua história, no entanto, só muito perto do seu final é que nos apercebemos que nunca estivemos perante uma verdadeira fantasia mas sim perante uma história romântica em que alguns dos seus intervenientes foram induzidos em erro por uma série de coincidências e de suposições baseadas em lendas populares. A sua conclusão também oferece às três personagens principais um final feliz digno de qualquer lenda ou conto de fadas, um final que elas bem merecem tendo em conta os vários dramas pessoais que vão surgindo ao longo do filme, dramas esses que forsm superados com sucesso.


A vertente folclórica de “Ondine” é fortalecida pelas belas paisagens irlandesas que são maravilhosamente captadas pela suave e cinzenta fotografia de Christopher Doyle, um conceituado cinematógrafo que concebeu a fotografia de “Lady in the Water” (2006), um filme que também se centrava numa espécie de sereia. O seu elenco tem uma performance global muito boa. Colin Farrell está muito bem como Syracuse/Circus, uma performance convincente que consegue apagar alguns dos seus recentes trabalhos mais fracos. Alicja Bachleda não está tão forte como Farrell mas dentro das características da sua personagem não poderia ter feito muito melhor. A pequena Allison Barry também nos oferece uma boa performance, muito embora a sua personagem seja alvo de um tratamento excessivamente melodramático. É verdade que ”Ondine” é um agradável e simplista romance que nos mostra a grande habilidade que Neil Jordan tem em contar uma história mas também é verdade que esta obra está longe de ser perfeita.

Classificação – 3,5 Estrelas Em 5
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O novo trabalho cinematográfico de J. J. Abrams, “Super 8”, vai chegar às salas de cinemas norte-americanas a 10 de Junho de 2011. A notícia foi confirmada pelo estúdio que o vai distribuir, Paramount Pictures. A sua sinopse ainda não foi divulgada mas tudo indica que a sua história será ambientada na década de setenta e será protagonizada por um grupo de adolescentes que filmam acidentalmente um ataque alienígena. Elle Fanning, Zach Mills, Kyle Chandler, Ryan Lee, Ron Eldard, Noah Emmerich, Gabriel Basso, Joel Courtney e Riley Griffiths são alguns dos actores que vamos poder ver nesta produção.
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Realizado por Paul Haggis
Com Russell Crowe, Elizabeth Banks, Liam Neeson
Género – Thriller
Estreia Mundial – 19 de Novembro de 2010
Sinopse – Um casal aparentemente feliz vê a sua vida rotineira ser drasticamente alterada quando a mulher é levada pela polícia e é acusada de vários homicídios, acabando mesmo por ser sentenciada a vinte anos de prisão mas o seu marido, convencido da sua inocência, decide lutar pela sua liberdade.

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Ryan Kwanten vai protagonizar “The Family”, uma cinebiografia da Família Manson, uma comunidade alternativa que tinha como líder Charles Manson, um dos maiores serial killers norte-americanos. O seu argumento será escrito por Scott Kosar e a sua estreia ainda não está marcada.
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A Universal Pictures marcou a data de estreia de “The Bourne Legacy” para 3 de Agosto de 2012. O estudio também confirmou que “Snow White and the Huntsman” será lançado a 21 de Dezembro de 2012 e que “Contraband” vai estrear a 16 de Março de 2012. “Larry Crowne” (1 de Julho de 2011), “Safe House” (10 de Fevereiro de 2012), “Ouija” (9 de Novembro de 2012), “47 Ronin” (21 de Novembro de 2012) e” The Dark Tower” (17 de Maio de 2013) também já têm as suas estreias marcadas.
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O Prémio de Melhor Longa-Metragem do Festival de Londres de 2010 foi entregue a “How I Ended This Summer” de Aleksei Popogrebsky (Rússia), um drama que é ambientado no Árctico e que acompanha a história de dois meteorologistas que se encontram isolados do mundo e que lentamente vão perdendo a noção da realidade. “How I Ended This Summer” acabou por superar “127 Hours” de Danny Boyle, “Another Year” de Mike Leigh e “Black Swan” de Darren Aronofsky, três filmes que eram vistos como os grandes favoritos por parte da imprensa britânica. “Archipelago” de Joanna Hogg recebeu uma Menção Honrosa e Danny Boyle foi distinguido com o BFI Fellowship Award, um prémio que premeia a sua brilhante carreira.

Melhor Filme
“How I Ended This Summer” de Aleksei Popogrebsky

Menção Honrosa
“Archipelago” de Joanna Hogg

BFI Fellowship Award – Prémio Carreira
Danny Boyle

Melhor Revelação Britânica
Clio Barnard – Cineasta

Sutherland Award
Clio Barnard – Pelo Seu Trabalho de Realização em “The Arbor”

Melhor Documentário
“Armadillo” de Janus Metz
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Realizado por Greg Berlanti
Com Katherine Heigl, Josh Duhamel, Christina Hendricks, Josh Lucas

A comédia romântica “Life As We Know It” é uma mistura entre “Raising Helen” (2004) e “Look Who's Talking” (1989), ou seja, estamos perante uma comédia onde duas personagens inaptas ficam subitamente incumbidas de educar uma criança, uma complicada tarefa familiar que os irá aproximar romanticamente e que os irá colocar em várias situações embaraçosas que ocasionam vários momentos humorísticos sem qualquer qualidade ou originalidade. As duas personagens inaptas são Holly Berenson (Katherine Heigl) e Eric Messer (Josh Duhamel), dois indivíduos dotados de personalidades completamente antagónicas que são escolhidos pelos seus melhores amigos, Peter (Hayes MacArthur) e Alison (Christina Hendricks), para serem os padrinhos da sua filha, Sophie (Alexis Clagett). Um dia, Peter e Alison sofrem um acidente fatal que obriga Holly e Eric a ficarem responsáveis pela sua filha, assim sendo, para cuidar de Sophia, eles terão de colocar as suas divergências de lado, conjugar as suas ambições profissionais com este novo elemento e encontrar algo em comum para poderem viver sobre o mesmo tecto.


As duas personagens que protagonizam este “Life As We Know It”, Holly e Eric, são as típicas personagens clichés deste género de comédias, ou seja, Helen é uma mulher solteira e independente que só se interessa pela sua brilhante carreira e Eric é um mulherengo patológico sem qualquer pretensão de casar ou de ter filhos. É óbvio que estas duas figuras com personalidades opostas vão se envolver romanticamente e também é bastante óbvio que esta sua relação é levianamente caracterizada como sendo a perfeita união entre duas pessoas que subitamente se esqueceram do seu terrível primeiro encontro e do seu ódio mútuo. À previsível e irrealista vertente romântica juntamos uma medíocre vertente humorística que é unicamente composta por momentos embaraçosos e sem qualquer piada que envolvem as simples tarefas ligadas à educação de uma criança. A história de “Life As We Know It” também é composta por uma vertente dramática muito pouco comovedora que só serve para “acasalar” Holly e Eric.


O seu elenco é chefiado por Katherine Heigl e Josh Duhamel, dois actores que até têm alguma química mas que acabam por nos oferecem duas performances sofríveis. Katherine Heigl volta a interpretar uma personagem incrivelmente semelhante às que interpretou em “The Ugly Truth” (2009) e “Knocked Up”, no entanto, apesar desta evidente semelhança, Heigl volta a não nos apresentar uma performance satisfatória. O seu parceiro, Josh Duhamel, também se mostra inconsistente e inconveniente. Concluindo, “Life As We Know It” é mais uma comédia romântica leviana que nos conta uma história sem qualquer conteúdo ou originalidade.
Classificação – 1,5 Estrelas Em 5
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Um conhecido site norte-americano divulgou muito recentemente uma lista com uma descrição relativamente completa das personagens que vão estar presentes em “X-Men Origens: Wolverine 2”, lista essa que aparentemete é verdadeira porque a 20th Century Fox pediu ao site para retirar o texto. Darren Aronofsky será o realizador desta sequela de “X-Men Origens: Wolverine” que tem a sua rodagem marcada para Março de 2011. Leia agora a lista das personagens que vão acompanhar Logan/Wolverine nesta sua nova aventura:

Zen – É o homem que consegue tirar Logan da cadeia e que lhe faz uma oferta irrecusável - Ir para o Japão e saber mais sobre a sua origem.

Shingen Harada - O líder do Yashida Clan e um dos maiores criminosos do Médio Oriente. Shingen não suporta Logan e vai fazer de tudo para aniquilar este mutante que ameaça destruir o seu vasto imprério cirminoso.

Kenuichio Harada/ Silver Samurai – É o filho bastardo de Shingen Harada. É um mutante e um experiente samurai que usa uma armadura eletrificada para se proteger dos ataques directos de Wolverine, um dos seus maiores rivais.

Mariko Harada - A filha legitima de Shingen Harada que é obrigada pelo seu pai a casar com Narubo, um importante mafioso que só não a mata porque Wolverine a salva, uma atitude que faz com que Mariko se apaixone por ele.

Yukio - A guarda-costas de Logan. Os dois têm uma atração física imediata. Ela também é parcialmente leal a Shingen e passa-lhe várias informações sobre o mutante, no entanto, ela ve em Logan o seu verdadeiro mestre.
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A Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens oficiais de “Captain America: The First Avenger”, um filme que será realizado por Joe Johnston e protagonizado por Chris Evans (Captain America) Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hugo Weaving (Red Skull), Tommy Lee Jones (General Chester Phillips), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Dominic Cooper (Howard Stark), Neal McDonough (Dum Dum Dugan), Stanley Tucci (Dr. Abraham Erskine) e Toby Jones (Arnim Zola). O filme tem a sua estreia marcada para 22 de Julho de 2011.



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Ryan Gosling, Paul Giamatti, Evan Rachel Wood e Marisa Tomei vão mesmo protagonizar “The Ides of March”, um drama que será realizado por George Clooney. A notícia não é nova mas só agora é que foi oficialmente confirmada pelos seus responsáveis que também confirmaram que a sua rodagem deverá começar em Fevereiro de 2011. “The Ides of March” será produzido pela Exclusive Media Group e pela Cross Creek Pictures e irá acompanhar a história de Stephen Myers (Ryan Gosling), um ambicioso director de campanha que vai recorrer a todas as artimanhas politicas para eleger o seu candidato (George Clooney).
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A quarta entrega de “Mission Impossible” vai receber o título oficial de “Mission: Impossible - Ghost Protocol”. A noticia foi confirmada pela Cruise/Wagner Productions e pela Paramount Pictures que também revelaram que a sua rodagem passará pelos Emiratos Árabes Unidos. “Mission: Impossible - Ghost Protocol” será realizado por Brad Bird e protagonizado por Tom Cruise, Paula Patton, Jeremy Renner, Ving Rhames, Vladimir Mashkov, Simon Pegg, Léa Seydoux, Michael Nyqviste e Anil Kapoor. O filme vai estrear nos Estados Unidos da América a 16 de Dezembro de 2011.
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A 20th Centrury Fox confirmou que “Avatar 2” e “Avatar 3” serão realizados por James Cameron e vão estrear em 2014 e 2015. O cineasta também ficará encarregue de escrever o argumento destas duas sequelas de “Avatar” que actualmente é o filme mais rentável de sempre.
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A saga “Step Up” vai receber uma quarta entrega cinematográfica que se vai chamar “Step Up 4Ever” e que será lançada em 3D. A Summer Entertainment confirmou esta notícia e também confirmou que a sua estreia norte-americana está marcada para o Verão de 2012.
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Realizado por Alister Grierson
Com Richard Roxburgh, Rhys Wakefield, Ioan Gruffudd
Género - Thriller
Estreia Mundial - Fevereiro de 2011
Sinopse - Quando uma tempestade tropical obriga uma equipa de mergulhadores a entrar nas profundezas das grutas, esta equipa de mergulho vê-se confrontada com a fúria da água, com terrenos mortais e com o pânico, enquanto luta para encontrar a rota desconhecida em direcção ao mar. O instrutor de mergulho Frank Mcguire explorou estas cavernas do Sul do pacífico durante meses. Mas quando a única entrada é fechada pela força da tempestade, a equipa liderada por Frank é obrigada a alterar radicalmente os seus planos. Com recursos cada vez mais escassos, o grupo tem de navegar pelo labirinto subaquático, confrontando-se com a inevitável questão: vão sobreviver, ou ficarão encurralados para sempre?

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Realizado por Ben Affleck
Com Ben Affleck, Rebecca Hall, Jeremy Renner, Jon Hamm, Blake Lively

Três anos depois de “Gone Baby Gone”, eis que o actor/realizador Ben Affleck regressa à cidade de Boston para mais uma história onde a criminalidade e o degredo de uma sociedade muito particular são temas de destaque. E se “Gone Baby Gone” era a grande surpresa, este enérgico e surpreendente “The Town” é a confirmação do talento de Affleck enquanto cineasta. Poder-se-á dizer que a opção pelo cargo de realizador terá servido como uma espécie de bote salva-vidas na sua carreira. Numa altura em que algumas performances menos conseguidas enquanto actor lhe estavam a arruinar a imagem de menino bonito de Hollywood, Affleck arriscou saltar para a realização e nós por cá apenas temos que aplaudi-lo por tão arrojada decisão. Isto porque, apesar de Affleck ainda ter de trabalhar muito para se afirmar como um dos valores mais seguros da realização norte-americana, o seu talento atrás das câmaras parece ser por demais evidente. Se continuar assim, e até pelos temas que parece privilegiar enquanto realizador, poderemos estar perante o nascimento do novo Martin Scorsese. Ou talvez até do próximo Clint Eastwood, já que – e esta é uma opinião muito pessoal – o modo de filmar de Affleck me faz muito lembrar a forma segura, pungentemente dramática e quase noir com que Eastwood aborda as suas histórias.


Mas vamos à narrativa. “The Town” acompanha o percurso de vida de Doug MacRay (Ben Affleck de volta aos seus melhores dias enquanto actor) e seu bando de destemidos e ambiciosos ladrões de bancos. A forma de actuar do bando liderado por Doug é eficaz e impecável. De tal forma que o FBI se vê às aranhas para sequer encontrar uma pista que possa incriminá-los. Num dos muitos assaltos a um banco da cidade de Charlestown, porém, algo corre de maneira inesperada. James Coughlin (fantástico Jeremy Renner) – um dos compinchas de Doug – decide sequestrar Claire Keesey (sempre segura Rebecca Hall) – uma das gerentes do banco – como forma de vantagem estratégica caso viessem a deparar-se com uma qualquer brigada da polícia. E isto acaba por revelar-se um erro fatal. Pois como mais tarde vêm a descobrir, Claire mora a dois palmos de distância do bairro onde eles se albergam e, como tal, poderá constituir um risco para o anonimato do bando. Pressionado por James, Doug encarrega-se então de espiar a pobre Claire, com o intuito de verificar se ela ficou com alguma ideia da identidade dos seus sequestradores. Até aqui tudo bem. Só que, involuntariamente, Doug acaba por desenvolver sentimentos íntimos para com Claire e isto acaba por tornar tudo muito mais complicado. Até porque Doug começa a ver-se pressionado de ambos os lados da barricada: do seu lado, James fica cada vez mais nervoso e quer limpar o sebo a Claire; e do outro lado, Adam Frawley (destemido Jon Hamm) – um dos líderes do FBI – aperta cada vez mais o cerco às actividades deste particular grupo de assaltantes.


Acima de tudo, “The Town” aborda um problema bem real do condado de Boston com frieza, competência e notável inteligência. As prestações dos actores (com maior destaque para Renner, que nos presenteia com uma interpretação verdadeiramente inquietante) são soberbas e a narrativa deixa-nos colados à tela do início ao fim da película. De certa forma, o filme pretende reflectir sobre a forma como muitos jovens de Boston são obrigados a adoptar um estilo de vida delinquente, para servirem autênticos barões da máfia irlandesa que os têm controlados até às entranhas. Por muito que tentem escapar a esta infinita vida de crime, muitos vêem-se entre a espada e a parede e chegam à conclusão de que não têm outra opção. “The Town” reflecte sobre esta problemática de forma extremamente sensível e, felizmente, fá-lo sem nunca cair num estilo melodramático que tantas vezes deita por terra produções do mesmo género. Aqui não há espaço para clichés ou lugares-comuns do género heist-movie (algo como filme de grandes assaltos, em português). E muito disto deve-se à realização de punho firme por parte de Ben Affleck.
De facto, se não soubéssemos que o realizador era Affleck, dificilmente acreditaríamos que estávamos perante um filme dirigido por alguém relativamente inexperiente. É extraordinária, a sobriedade e a segurança com que “The Town” se desenrola. Algo que pensávamos estar apenas ao alcance de realizadores tão experientes como Steven Spielberg, David Fincher, Martin Scorsese, Clint Eastwood, entre outros que me estarão aqui a escapar de momento. Não haja qualquer dúvida: esta segunda obra de Ben Affleck é filmada com uma certa aura de classicismo que nos encanta e que nunca nos enfada. As sequências de acção desenrolam-se com um vigor muito ao estilo do que Christopher Nolan nos ofereceu em “The Dark Knight” (lembremo-nos apenas da fabulosa perseguição pelas ruas de Charlestown, sensivelmente a meio do filme). E apesar desta forte componente de acção, Affleck nunca deixa que os tiros de metralhadora se sobreponham à componente dramática das personagens. De tal forma que, quando saímos da sala, as nossas memórias não vão para a espectacularidade das sequências de assalto, mas antes para a alma dramática da película e para a assombrosa prestação de todo o elenco de actores (com destaque também para Blake Lively – mais conhecida pela sua participação na série “Gossip Girl” –, que aqui assume um papel fundamental no desenrolar da história).


Por tudo o que já foi dito e por muito mais, “The Town” é, sem qualquer sombra de dúvida, um dos melhores filmes estreados entre nós nos últimos meses. Uma obra que pode mesmo vir a ter aspirações bem elevadas na próxima cerimónia dos Óscares, já que, na minha opinião, Jeremy Renner poderá repetir uma nomeação como Melhor Actor Secundário e quem sabe se Ben Affleck, pelo poder que volta a deter no seio de Hollywood, não poderá intrometer-se na categoria de Melhor Realizador ou Melhor Argumento Adaptado. Sim, Argumento Adaptado. Porque, para além de realizador e actor, uma parte do argumento de “The Town” é também da autoria de Affleck (que, não nos esqueçamos, já recebeu um Óscar em conjunto com Matt Damon pelo argumento de ambos no filme “Good Will Hunting”, de Gus Van Sant).
Para concluir, de negativo só tenho a apontar dois aspectos. Por um lado, sente-se que falta qualquer coisa para que “The Town” possa ser considerado um daqueles filmes que se tornam clássicos. Não sei ao certo o que lhe falta, mas nota-se que, apesar de tudo, a película é órfã de uma certa estrelinha de campeão que poderia transformá-la numa obra eterna e inesquecível. E por outro lado, dada a quantidade de heist-movies presentes em toda a História do cinema, é impossível visionarmos este filme sem pensarmos que já vimos aqueles acontecimentos em qualquer lado… E a esse sentimento, nem o mais glorioso dos filmes pode escapar sem uma nota de ressalva.

Classificação – 4 Estrelas Em 5
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Actividade Paranormal 2 (Paranormal Activity 2)
Realizado por Tod Williams
Com Brian Boland, Katie Featherston, Micah Sloat
Género – Terror
Duração – 92 Min.
País de Origem – EUA
Sinopse – O filme/documentário é composto pelas imagens obtidas pela câmara de vigilância de um casal que acredita ter a casa assombrada por um espírito demoníaco que lhe aparece durante a noite,

É a Vida (Life as We Know It)
Realizado por Greg Berlanti
Com Katherine Heigl, Josh Duhamel, Christina Hendricks
Género – Comédia
Duração – 114 Min.
País de Origem – EUA
Sinopse – Holly Berenson e Eric Messer não se suportam mas têm que se unir quando a sua afilhada, Sophie, fica subitamente órfã e eles se tornam legalmente responsáveis por ela.

Ondine
Realizado por Neil Jordan
Com Colin Farrell, Alicja Bachleda, Tony Curran
Género – Drama
Duração – 110 Min.
País de Origem – EUA
Sinopse – Syracuse é um pescador irlandês cuja vida se transforma quando encontra uma bela e misteriosa mulher na sua rede de pesca. A sua filha Annie está convencida que Ondine é uma "selkie", uma espécie de sereia irlandesa.

Quero Ser uma Estrela
Realizado por José Carlos de Oliveira
Com Dalila Carmo, Eric Santos, Filipe Crawford, Filipe Vargas
Género – Drama
Duração – 100 Min.
País de Origem – Portugal
Sinopse – Teresa descobre em África que o marido, Xavier, se perdeu na prostituição de menores e decide viajar para a África do Sul onde encontra a filha da empregada que entrou no mundo da prostituição. Ela acaba por conseguir que a polícia moçambicana a salve e testemunha contra a rede de prostituição de menores, tornando-se assim numa estrela bem como a menina que resgatou.

O Último Verão da Boyita (El Último Verano de la Boyita)
Realizado por Julia Solomonoff
Com Guadalupe Alonso, Nicolás Treise, Mirella Pascual, Gabo Correa
Género – Drama
Duração – 85 Min.
País de Origem – Argentina
Sinopse – Jorgelina tem dez anos e testemunha a rápida mudança da sua família que durante o Verão decide se separar, assim sendo, enquanto a sua mãe e a sua irmã vão para a praia, Jorgelina e o seu pai vão para a Quinta da Família onde ela se vai reencontrar com Mario, um amigo de infância que também está muito mudado.
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Antonio Banderas vai realizar “Solo”, um thriller de ficção científica que irá acompanhar a história de uma alta patente do exército que sofre um intenso trauma de guerra. O filme será guionizado por Erik Jendresen e deverá chegar aos cinemas em 2012.
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Realizado por Paul Weitz
Com Robert De Niro, Ben Stiller, Owen Wilson
Género - Comédia
Estreia Mundial - 22 de Dezembro de 2010
Sinopse - O filme acompanha mais uma vez as sucessivas tentativas de Greg para conquistar a confiança do seu temível sogro, Jack Byrnes. Afinal, mesmo casado com Pam e sendo pai de dois filhos, Greg tem de mostrar a todos que tem capacidade para ser um bom chefe de família.
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Kenny Ortega vai realizar uma versão cinematográfica de “Thriller”, um famoso videoclip de Michael Jackson que tornou o cantor famoso em todo o mundo e que ainda hoje é visto como um marco na história dos videoclipes e até da televisão. O argumento deste filme será escrito por Jeremy Garelick mas nenhum promenor foi revelado sobre a sua história.
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Realizado por Pierre Coffin e Chris Renaud
Com Steve Carell, Jason Segel, Russell Brand

A recém-criada Illumination Entertainment conseguiu convencer a crítica especializada e o público mundial com este “Despicable Me”, uma divertida animação que marca a sua estreia nesta competitiva indústria e que acaba por nos apresentar um nível qualitativo muito semelhante àquele que nos é habitualmente oferecido pelas grandes produções dos grandes estúdios deste género. “Despicable Me” acompanha a história de Gru (Steve Carell), um super-vilão que tem vindo a ser ultrapassado por outros vilões mais novos e mais astutos, no entanto, ele planeia recuperar o seu estatuto de “Maior Vilão de Sempre” com um novo plano maléfico (Roubar a Lua) que irá obliterar qualquer outro plano concebido por um dos seus maiores rivais, Vector (Jason Segel), mas esta sua malévola artimanha sofre um importante revés quando uma série de estranhas ocorrências impossibilitam a sua execução, no entanto, este astuto vilão não desiste e acaba por encontrar a resposta para todos os seus problemas em três pequenas e indefesas órfãs (Margo, Edith e Agnes) que o vão ajudar a superar Vector mas que também lhe vão mostrar que há coisas na vida que são muito mais importantes que os seus planos maléficos.

A Illumination Entertainment foi fundada em 2007 por Chris Meledandri, um dos principais responsaveis pela 20th Century Fox Animation e pelos seus maiores sucessos comerciais, “Ice Age” (2002) e “The Simpsons Movie” (2007), assim sendo, não é de estranhar que este “Despicable Me” se encontre ao mesmo nível que essas rentáveis animações. O filme é composto por vários momentos humorísticos que não são muito complexos ou inovadores mas que conseguem arrancar algumas gargalhadas aos espectadores mais novos e até aos mais velhos, momentos esses que derivam maioritariamente de várias situações comuns que evolvem Gru e as órfãs ou Gru e os seus Minions/ Mínimos, umas pequenas personagens amarelas que se assumem claramente como um dos elementos mais engraçados desta obra que também aborda alguns temas mais sérios que são explorados através da sua personagem principal, Gru, um vilão atípico porque por baixo do seu aspecto vilanesco encontramos um homem que foi negligenciado pela sua mãe durante a sua infância e que agora só quer ser amado por alguém, um afecto que lhe será concedido pelas três pequenas órfãs que o levam a cometer um acto heróico que finalmente irá deixar a sua mãe orgulhosa.


A vertente cómica da narrativa é completada pela vertente técnica desta obra que, apesar de não ser tão exuberante ou deslumbrante como as vertentes técnicas das obras da Pixar/Disney ou da DreamWorks Animation, consegue oferecer algum humor extra a esta história através de um design exacerbado das personagens e de um design coloridos dos vários cenários. Steve Carell está óptimo como Gru, no entanto, não é o único actor que se destaca neste elenco porque Jason Segel e Russell Brand também nos oferecem duas performances vocais muito interessantes como Vector e Dr. Nefario, duas personagens secundárias que são responsáveis por várias cenas cómicas. Em suma, “Despicable Me” é um filme divertidíssimo que não é excessivamente infantil e que se mostra perfeitamente capaz de rivalizar com as maiores animações comerciais dos maiores estúdios norte-americanos.

Classificação – 4 Estrelas Em 5

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Realizado por David Yates
Com Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Ralph Fiennes, Helena Bonham Carter
Género - Aventura/Fantasia
Estreia Mundial - 19 de Novembro de 2010
Sinopse - Lord Voldemort está cada vez mais poderoso. O vilão controla o Ministério da Magia e a Escola de Hogwarts. Harry, Ron e Hermione tentam encontrar os Horcruxes, mas a sua esperança é reduzida e todos os seus esforços têm que ser cuidadosamente planeados e executados.
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Christopher Nolan revelou ao LA Times que “Batman 3” vai receber o título oficial de “The Dark Knight Rises” e que o The Riddler não será um dos vilões do filme. O realizador referiu ainda que muitas das personagens de “Batman Begins” e de “The Dark Knight” vão regressar para esta terceira entrega que não será lançada em 3D. “The Dark Knight Rises” deverá chegar aos cinemas norte-americanos em Setembro de 2012.
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Matthew Broderick vai entrar em "Tower Heist", uma comédia que será protagonizada por Ben Stiller e Alan Alda. O filme vai ser ambientado num luxuoso prédio em Nova York e será centrado num dos seus inquilinos, um golpista que se encontra a cumprir uma pena de prisão domiciliaria e que planeia roubar o edifício. "Tower Heist" será realizado por Brett Ratner e deverá estrear a 4 de Novembro de 2011.
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Realizado por Jon Chu
Com Justin Bieber
Género - Biografia
Sinopse - O filme acompanha Justin Bieber durante a sua mais recente Tour Mundial mas também recorda alguns dos melhores momentos da sua vida.

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Francis Ford Coppola vai realizar e guionizar “Twixt Now and Sunrise”, um obra que será protagonizada por Bruce Dern, Elle Fanning e Val Kilmer, este ultimo irá interpretar um famoso autor de livros de terror. A sua sinopse ainda não foi revelada.
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A Competição Oficial do Estoril Film Festival 2010 será composta por “Copacabana” de Marc Fitoussi, “A Espada e a Rosa” de João Nicolau, “In the Shadow” de Thomas Arslan, “Aurora” de Cristi Puiu, “Autobiography of Nicolae Ceasescu” de Andrei Ujica, “Dad” de Vlado Skafar, “La Vida Sublime” de Daniel Villamediana, “Songs of Tomorrow” de Jonas Holmstrom e Jonas Bergergard, “Reverse Motion” de Andrei Stempkovsky, “Io Sono Tony Scott” de Franco Maresco, “Tilva Ros” de Nikola Lezaic e “Poursuite” de Marina Deak. Todos os filmes que vão estar presentes nesta secção competitiva serão apresentados pelos respectivos cineastas ou actrizes/actores principias. Pelos ecrãs do Estoril Film Festival 2010 também irão passar “I`m Still Here” de Casey Affleck, “The American” de Anton Corbijn, “Scott Pilgrim vs. The World” de Edgar Wright, “Machete” de Robert Rodriguez, “You Will Meet a Tall Dark Stranger” de Woody Allen, “Copie Conforme” de Abbas Kiarostami, “Tournée” de Mathieu Amalric, “Yves Saint Laurent - Pierre Bergé, L`Amour Fou” de Pierre Thoretton, “Caterpillar” de Koji Wakamatsu, “Bal” de Semih Kaplanoglu, “Chantrapas” de Otar Iosseliani, ”Poetry” de Chang-dong Lee, “Road to Nowhere” de Monte Hellman, “The Kids are All Right” de Lisa Cholodenko, “Trash Humpers” de Harmony Korine, “Winter`s Bone” de Debra Granik e “Au Fond Du Bois” de Benoit Jacquot, obras que não estão integradas em qualquer secção competitiva.
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O realizador iraniano Abbas Kiarostami vai estar presente no Estoril Film Festival 2010. O cineasta vem a Portugal apresentar o seu mais recente trabalho cinematográfico, “Copie Conforme”, que será exibido durante o certame mas fora da Competição Oficial. Vicente Molina Foix, Stephen Frears, Otar Iosseliani, Elia Suleiman, Anton Corbijn, Mathieu Amalric, Andrei Ujica, Douglas Gordon, John Malkovich, Marisa Paredes, Lou Reed, Alberto Garcia-Alix, Lawrence Weiner e Lula Pena também vão estar presentes neste certame que decorre de 5 a 14 de Novembro no Casino e no Centro de Congressos de Estoril.
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Robert Downey Jr. deverá abandonar “Gravity”. A notícia ainda não é oficial mas muitas fontes do Deadline Hollywood afirmam que o actor vai pedir à Warner Bros. para abandonar este filme que será realizado por Alfonso Cuarón e que muito recentemente perdeu Angelina Jolie por motivos ainda desconhecidos. O Deadline Hollywood também confirmou entretanto que a Warner contratou Sandra Bullock para substituir Angelina Jolie como a protagonista feminina desta produção de ficção científica que terá um orçamento de cerca de oitenta milhões de dólares.
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Mark Wahlberg vai protagonizar “Ted”, uma comédia adulta que será realizada e guionizada pelo criador das séries televisivas “Family Guy” e“American Dad”, Seth MacFarlane. O filme vai acompanhar a história de Boston (Mark Wahlberg), um homem adulto que tem de cuidar constantemente do seu rebelde amigo Ted (Seth MacFarlane), um urso de peluche que por magia se tornou num urso verdadeiro durante a infância de Ted. A Universal Pictures e a Media Rights Capital vão produzir esta comédia que terá um orçamento de aproximadamente sessenta e cinco milhões.
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