A sensação francesa do momento, “Un Prophète”, foi o grande vencedor dos César Awards. O nomeado da França ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro conquistou os Césares de Melhor Filme, Melhor Realizador (Jacques Audiard), Melhor Actor (Tahar Rahim), Melhor Actor Secundário (Niels Arestrup), Esperança Masculina (Tahar Rahim), Melhor Argumento Original, Melhor Fotografia (Stéphane Fontaine), Melhor Cenografia (Michel Barthélémy ) e Melhor Montagem (Juliette Welfling), ou seja, nove prémios. Os restantes candidatos à vitória, "L´origine" de Xavier Giannoli, "Le Concert" de Radu Mihaileanu, "Les Herbes Folles" de Alain Rennais, "Rap" de Lucas Belvaux e "Welcome" de Philippe Lioret, não se conseguiram impor à principal produção francesa de 2009. “Gran Torino” de Clint Eastwood foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro e Harrison Ford recebeu um César Honorário.

Melhor Filme Francês
Un Prophète de Jacques Audiard

Melhor Realizador
Jacques Audiard por Un Prophète

Melhor Actriz
Isabelle Adjani por La Journée de la Jupe

Melhor Actor
Tahar Rahim por Un Prophète

Melhor Actriz Secundária
Emannuelle Devos por A L´Origine

Melhor Actor Secundário
Niels Arestrup por Un Prophète

Melhor Esperança Feminina
Mélanie Thierry por Le Dernier Pour la Route

Melhor Esperança Masculina
Tahar Rahim por Un Prophète

Melhor Filme Estrangeiro
Gran Torino de Clint Eastwood

Melhor Primeiro Filme
Les Beaux Gosses de Riad Sattouf

Melhor Argumento Original
Un Prophète

Melhor Argumento Adaptado
Mademoiselle Chambon

Melhor Música
Armand Amar (Le Concert)

Melhor Curta-Metragem
C'est Gratuit Pour Les Filles de Claire Burger e Maria Amachoukeli

Melhor Fotografia
Stéphane Fontaine por Un Prophète

Melhor Cenografia
Michel Barthélémy por Un Prophète

Melhor Som
Le Concert

Melhores Figurino
Catherine Leterrier por Coco avant Chanel

Melhor Montagem
Juliette Welfling por Un Prophète

Melhor Documentário
L'enfer d'Henri-Georges Clouzot de Serge Bromberg e Ruxanda Medrea

César Honorário
Harrison Ford
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Os Óscares e os Razzies são dois prémios cinematográficos que distinguem respectivamente o melhor e o pior da sétima arte internacional. “Óscar & Razzie” é um espaço semanal que aproveita as características especiais desses prémios para enaltecer ou criticar os melhores e piores acontecimentos cinematográficos da semana.

Óscar – Inicio do FantasPorto 2010

O trigésimo FantasPorto arrancou com um orçamento mais baixo mas com uma qualidade idêntica à das últimas edições. O reconhecimento internacional do Festival de Cinema Fantástico do Porto é bastante elevado e a provar esta afirmação está a sua extensa lista de convidados de renome e das suas exibições de luxo. O FantasPorto 2010 termina a 7 de Março de 2010.

Razzie – O Regresso de American Pie

O sucesso comercial de “American Pie” irá originar uma nova produção que irá recomeçar a famosa história juvenil, uma hipótese que não é bastante lisonjeadora para a sétima arte que, assim sendo, irá recuperar e recomeçar uma das piores histórias humorísticas de Hollywood.

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Realizado por Martin Scorsese
Com Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley, Emily Mortimer

Os principais trabalhos de Martin Scorsese são simplesmente magníficos porque nos apresentam uma enorme variedade de elementos de qualidade que agradam à esmagadora maioria dos espectadores e “Shutter Island” consegue se introduzir na perfeição nesse magnífico conjunto de trabalhos porque também se assume como uma excelente produção que nos oferece uma cativante e imprevisível história que é protagonizada por um talentoso e luxuoso elenco e dirigida por um icónico cineasta que raramente nos desilude. Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) e Chuck Aule (Mark Ruffalo) são enviados para o Hospital Psiquiátrico Ashecliffe na Ilha de Shutter, uma conhecida instituição psiquiátrica onde estão internados os mais perversos criminosos do país, com o intuito de investigar o misterioso desaparecimento de Rachel Solando, uma instável e perigosa assassina que conseguiu escapar desta instituição psiquiátrica sem deixar qualquer espécie de vestígio, excepção feita para uma pequena mensagem indecifrável. Os diversos funcionários do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe não parecem empenhados em cooperar com a investigação e um dos principais entraves aos avanços da mesma é o Dr. Cawley (Ben Kingsley), um misterioso psiquiatra que é o principal responsável pela aplicação dos tratamentos psicológicos e psiquiátricos que se fazem na instituição. A investigação é ainda mais atrasada com a chegada de um furacão que acaba por isolar os agentes da civilização, uma situação que os deixa rodeados por um ambiente psicótico e pacientes perigosos. À medida que enfrentam dúvidas e desvendam segredos, ambos os agentes percebem que as suas vidas estão em risco e que podem não conseguir sair vivos desta ilha maldita.


O imaginativo argumento de “Shutter Island” é baseado na homónima produção literária da autoria de Dennis Lehane e, à semelhança desse atractivo produto, consegue nos oferecer uma fantástica história que em nenhum momento se torna cansativa ou aborrecida, muito pelo contrário, mantém os espectadores concentrados e agarrados ao seu imprevisível desenvolvimento que nos apresenta inúmeras surpresas e reviravoltas extremamente acutilantes. O enfoque inicial da história é a exaustiva investigação policial que é conduzida pelos agentes federais sobre o desaparecimento da perigosa condenada e posteriormente sobre a continua sucessão de misteriosos acontecimentos na instituição psiquiátrica, no entanto, à medida que nos aproximamos da conclusão, a investigação é praticamente esquecida e a exploração da enigmática história individual do estranho protagonista passa a ser o enfoque principal da narrativa que também explora as traumáticas consequências que as deturpações psicológicas têm no comportamento de um individuo.


O protagonista é assombrado por um passado traumático que o interliga com a instituição que investiga, assim se explicam as inúmeras hipóteses teóricas que nos apresenta e que nos deixam na dúvida sobre o que é verdade e o que é uma invenção, assim sendo, nunca temos certezas absolutas ou irrefutáveis sobre quem é o vilão ou quem é o herói da historia porque o próprio interveniente principal não é muito fidedigno porque também nos apresenta um extenso historial de violência. Ao fantástico ambiente de suspeição e de incerteza que é levantado e continuado pelo argumento, ambiente esse que é constantemente alimentado por cativantes reviravoltas e criativas suposições, também se juntam as fantásticas abordagens intelectuais sobre as consequências psicológicos que os traumas têm na estabilidade mental dos indivíduos, uma abordagem que é especialmente efectuada nos últimos momentos de “Shutter Island”. A dúvida e a paranóia dominam a história desta produção que nos oferece uma conclusão que é bastante lógica mas que certamente surpreenderá os espectadores.


O trabalho directivo de Martin Scorsese é simplesmente fenomenal. O icónico cineasta exteriorizou na perfeição uma intrigante história sem nunca descurar nas vertentes técnicas, ou seja, Martin Scorsese explorou habilmente o argumento mas sempre se preocupou com os pormenores técnicos que acompanham essa exploração exaustiva da história, como por exemplo, as sequencias ilusórias do protagonistas são extremamente significativas e os cenários obscuros e decadentes alimentam e acompanham a incerteza da narrativa e o espírito da instituição. O cineasta também demonstrou uma atenção especial para com a capacidade intelectual do espectador ao não explicitar a história de uma forma concreta e conclusiva, obrigando o espectador a procurar as respostas por ele próprio. Os magníficos elementos fotográficos e as fantásticas sonoridades de “Shutter Island” também contribuíram para o excelente resultado final. O elenco é qualitativamente liderado pela excelente performance de Leonardo DiCaprio, um actor que se aproxima cada vez mais de um nível de excelência e que raramente nos oferece uma performance medíocre. Em “Shutter Island”, Leonardo DiCaprio assume o protagonismo sem grandes problemas e oferece à sua complexa personagem todos os elementos que ela necessita para ser convincente. Mark Ruffalo e Ben Kingsley abrilhantam o elenco secundário com excelentes interpretações individuais mas é o último que arranca os maiores elogios porque tanto nos convence como vilão ou como herói.


O suspense que é criado e desenvolvido em “Shutter Island” não é passageiro e acompanha a história até ao seu último instante, uma característica que é digna das melhores produções do género porque é precisamente isso que se exige de um thriller. Martin Scorsese voltou a brilhar num género difícil e através de uma narrativa complicada mas que este talentoso cineasta conseguiu dominar na perfeição. “Shutter Island” não é perfeito mas não destoará na espectacular filmografia de Martin Scorsese.


Classificação – 4 Estrelas Em 5
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Tendo em conta a recente febre de readaptações e refilmagens de clássicos da literatura ("Sherlock Holmes", "Os Três Mosqueteiros", "Drácula"), que têm pegado na onda de Piratas das Caraíbas e no seu mote acção slapstick (um filme que ri de si próprio) para modernizar histórias e personagens míticas, uma nova versão do clássico da literatura "Treasure Island" não é surpresa. Veremos, portanto, brevemente nos cinemas, a história do século XIX de Robert Louis Stevenson mais apelativa à juventude, um Long John Silver mais cool, um Jim Hawkins mais irreverente.


Continuando nos clássicos da literatura, o poema "The Raven" de Edgar Allan Poe vai servir de base de inspiração a uma história de mistério sobre o próprio escritor. O thriller de época contará os últimos dias de vida do atormentado Poe, desta feita em que o autor fará parta da perseguição a um assassino cujos crimes são inspirados pelos seus contos. Fala-se em Ewan McGregor e Jeremy Renner ("The Hurt Locker") para protagonistas e a realização está a cargo de James McTeigue ("V de Vingança", "Ninja Assassin"), que descreve o filme como um cruzamento entre o próprio poema e "Seven". Curiosamente, a morte de Poe nunca foi satisfatoriamente explicada. O escritor foi encontrado na rua muitíssimo transtornado, pedindo auxílio e murmurando um nome, tendo morrido pouco depois no hospital, nunca tendo desvendado o sucedido.


Como se não bastasse todas as adaptações de livros, filmes antigos e jogos de vídeo, até um jogo de tabuleiro terá a sua versão cinematográfica: a Batalha Naval. A realização está a cargo de Peter Berg ("Hancock", "The Kingdom") e o argumento da responsabilidade de Jon e Erich Hoeber ("Whiteout"). "Battleship" desenrolar-se-á como uma gigantesca aventura naval, com acção por mar, terra e ar quando a Terra tem de lutar contra uma invasão alienígena, os Regentes. Desta vez, no lugar de tentar conquistar o planeta ou a humanidade, os extra-terrestres pretendem construir uma fonte de energia nos oceanos, e vamos poder acompanhar os dois lados da história, dos dois pontos de vista intervenientes. As frotas de guerra e as armas dos adversários obedecerão às regras do jogo. Está prevista estreia para Maio de 2012, e, ao contrário do que se poderia esperar, não será, por agora, em 3D.


O cinema francês prepara uma biografia do pintor Claude Monet e terá como protagonistas Gérard Depardieu, como o próprio Monet, e Sandrine Bonnaire, como a sua assistente. O filme intitular-se-á "La Lumière Blanche" (A Luz Branca) e será realizado por um estreante, Chantal Picault. A história focará os primeiros movimentos do movimento impressionista, do qual Monet é um dos fundadores e contará, entre outros, com a personagem de Georges Clemenceau, um amigo íntimo do pintor. Está previsto que o filme comece a ser rodado no próximo Verão.


O nome de Judd Apatow, associado quer como realizador, quer como argumentista ou produtor, geralmente significa uma lufada de ar fresco no panorama da comédia norte-americana. Co-responsável por títulos como "Knocked Up", "Fun with Dick and Jane" ou "The 40-Year-Old Virgin", bem como da série "Freaks and Geeks", o seu último trabalho como realizador foi a espécie de auto-biografia de "Funny People", protagonizada por Adam Sandler. O criador tem um núcleo consistente de colaboradores, no qual constam Jason Segel, Seth Rogen, Jonah Hill, Paul Rudd, a sua mulher Leslie Mann, entre outros. Judd Apatow vai agora reunir com Paul Feig, co-criador de "Freaks and Geeks", e com a comediante Kristen Wiig ("Saturday Night Live") para uma nova comédia sobre casamentos realizada pelo primeiro e escrita pela segunda. Entretanto, chega no Verão uma outra comédia com o selo de Apatow na produção, intitulado "Get Him to the Greek") protagonizada por Jonah Hill, Russell Brand e Rose Byrne, sobre um estagiário de uma editora (Hill) que é contratado para garantir que a descontrolada estrela do rock Aldous Snow (Brand) actue no Greek Theater em Los Angeles.



Já se "houve falar" há algum tempo de uma comédia dramática protagonizada por James McAvoy sobre um jovem de 25 anos e do seu combate contra o cancro. O elenco completo é estelar: Seth Rogen, Anna Kendrick, Bryce Dallas Howard e recentemente os veteranos Anjelica Huston e Philip Baker Hall. A história é baseada na experiência pessoal do próprio argumentista Will Reiser e deverá começar a ser rodada este mês. Jonathan Levine ("The Wackness", "All the Boys Love Mandy Lane") realiza.


Natalie Portman é uma das jovens actrizes mais versáteis e eclécticas do presente, conseguindo alternar com sucesso grandes produções (a nova trilogia "Star Wars", "V de Vingança", recentemente "Thor") e filmes alternativos modestos ("Garden State", "The Darjeeling Limited"). Como actriz, 2010 vai ser um ano prolífero: enquanto aguardamos "Brothers" de Jim Sheridan, vê-la-emos ainda em "Black Swan" de Darren Aronofsky sobre a rivalidade na dança clássica e "Your Highness", uma comédia de época de David Gordon Green. No papel de produtora, para além de "Hesher", que estreou no Festival de Sundance protagonizado por Joseph Gordon-Levitt, estará associada ao no mínimo bizarro "Pride and Prejudice and Zombies", uma versão macabra do clássico de literatura de Jane Austen em que a Inglaterra do século XIX é atacada por mortos-vivos, onde Portman interpretará Elizabeth Bennet, e a "Best Buds", um filme onde duas amigas viajam de carro até ao casamento de uma terceira, com o intuito de lhe levar marijuana.
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As pressões fazem parte do quotidiano da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas dos Estados Unidos da América durante esta agitada época mas às vezes as pressões são extremas e alcançam um elevado nível de polémica. Nicholas Chartier, um dos quatro produtores de “The Hurt Locker”, enviou um email aberto a todos os membros votantes da Academia, email esse que foi posteriormente divulgado pelo Los Angeles Times. O malogrado pedido continha o seguinte conteúdo inicial: “Espero que todos vocês estejam bem. Eu apenas escrevo para dizer que espero que vocês tenham gostado de ”The Hurt Locker” e, caso tenham e queiram que nós vençamos, por favor digam (não precisam de se identificar), e contem para os seus outros amigos votantes aos Óscares”. O pedido inicial não é polémico, no entanto, o desenvolvimento desse pequeno desabafo já é bastante controverso porque o produtor denegriu “Avatar” e enalteceu claramente as produções independentes: “Se todos repararem que gostaram do nosso filme, seremos os vencedores, em vez de um filme de 500 Milhões de Dólares. Precisamos que produções independentes saião vitoriosas. Eu acredito que”The Hurt Locker” é o melhor filme de 2010 e, se você também acha isso, ajude-nos!”. Após a divulgação do email na imprensa, Nicholas Chartier emitiu um pedido de desculpas oficial e o estúdio responsável por “The Hurt Locker”, Summit Entertainment, também pediu desculpas em nome do entusiasta produtor que aumentou ainda mais a pressão sobre os membros votantes que elegem os vencedores dos Óscares consoante inúmeros critérios que variam de membro para membro.
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Realizado por Derek Jarman
Com Karl Johson, Tilda Swinton, Michael Gough

Ainda que não seja das obras mais conhecidas de Derek Jarman, o famoso realizador de filmes como Blue (1993), e também argumentista, cenógrafo e activista dos direitos dos homossexuais, falecido em 1994, vítima de SIDA, Wittgenstein é uma original bio-pic de um dos mais marcantes filósofos da linguagem do século XX.
O autor da célebre máxima "Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." é aqui apresentado , numa narrativa fragmentária mas plena de humor, como um homem demasiado atormentado pela torrente incontrolável dos seus pensamentos para poder organizar de forma sólida a sua vida pessoal e profissional. Filho de uma das mais ricas famílias do Império Austro-húngaro, nascido em Viena em 1889, Ludwig Wittgenstein, como nos é apresentado por Jarman, lutou duramente contra a instrução que recebeu em pequeno dos seus incontáveis preceptores, rejeitou ainda a fortuna imensa que recebeu em herança, distribuíndo-a pelos sete irmãos e alguns amigos, combateu na Primeira Grande Guerra, foi um péssimo professor primário na província, foi operário na União Soviética, refugiou-se numa cabana no meio do nada na Noruega, ensinou em Cambridge, viveu ambiguamente uma certa homossexualidade e produziu algumas obras fundamentais para o pensamento epistemológico, metalinguístico e lógico. O humaníssimo Wittgenstein criado por Derek Jarman surge-nos como uma pessoa demasiado genial para saber viver com as suas capacidades.


Esta obra biógráfica, ainda que siga uma ordem cronológica, não se apresenta tanto como um documentário mas mais como uma muito teatral incursão no pensamento do filósofo, o que leva, muitas vezes, a afastar-se de uma procura do realismo para mergulhar sem medos nas profundezas do pensamento e da experiência individual. Filmado sempre em estúdio, em quadros completamente negros sobre os quais se sobrepõem as coloridíssimas figuras, quase sempre usando extravagantes figurinos da galardoada Sandy Powell, o filme resulta numa obra plasticamente muito atraente. A procura do humor, no entanto, nem sempre é bem conseguida, surgindo elementos completamente descabidos como a introdução da absurda personagem do extraterrestre ou a cena com as raparigas ciclistas que lhe fazem gestos ofensivos. A musa do realizador, Tilda Swinton, tem uma pequena participação no filme mas os méritos vão sem dúvida para a excelente interpretação de Karl Johnson, valorizada também pelas grandes semelhanças físicas entre o actor e o filósofo.


Ainda que se destine a um sector muito restrito de público, Wittgenstein é um trabalho interessante, que merece ser visto e é capaz de despertar, naqueles que não a conhecem, a curiosidade para a restante filmografia do autor. O filme foi galardoado no Festival Internacional de Cinema de Berlim em 1993.

Classificação - 3,5 Estrelas Em 5
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A trigésima edição do FantasPorto começou oficialmente nesta última sexta-feira. Após algumas exibições de retrospectivas e algumas actividades paralelas as secções competitivas e as grandes exibições comerciais e qualitativas começaram oficialmente com a estreia europeia de “Solomon Kane” de Michael J. Bassett, uma produção sobre um herói solitário, corroído pelo remorso e afastado do mundo. A abertura do FantasPorto contou com a ilustre presença de Michael J. Bassett, um cineasta que apresentou o seu último trabalho ao público, Colin Arthur, um especialista em efeitos especiais que trabalhou com Stanley Kubrick em “2001: A Space Odyssey”, Gabriela Canavilhas, a Ministra da Cultura do Governo de Portugal e Samuel Hadida, um famoso produtor europeu que será homenageado pelo FantasPorto e que também trabalhou com Michael J. Bassett em “Solomon Kane”.
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O regresso de Sulley e Mike aos cinemas está oficialmente confirmado. A Pixar Animation e a Walt Disney Pictures confirmaram que haverá um “Monsters Inc. 2”. Ainda não foram divulgadas informações concretas sobre quem será o realizador ou o guionista desta produção, no entanto, é possível afirmar que os protagonistas da primeira história, Sulley e Mike, irão regressar na história da sequela. “Monsters Inc. 2” deverá estrear em 2012.
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Realizado por Dean DeBlois
Com Jay Baruchel, Gerard Butler, America Ferrera
Género - Animação
Estreia Mundial (EUA) - 26 de Março de 2010
Sinopse - Uma cómica aventura situada num mítico mundo de Vikins valentões e ferozes Dragões, baseada no hómonimo livro de Cressida Cowell. Hiccup é um adolescente magricela que vive na Ilha de Berk, um sítio onde as batalhas contra os Dragões fazem parte do quotidiano. A sua iniciação está para breve e esta será a sua única hipótese para demonstrar o seu valor à sua tribo e ao seu pai mas quando encontra e se torna amigo de um dragão, o seu mundo sofre uma verdadeira reviravolta.

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Angelina Jolie não irá participar em “Wanted 2” porque decidiu integrar o elenco de “Gravity”, um projecto de ficção-cientifica que será distribuído pela Warner Bros e que será dirigido por Alfonso Cuarón. “Gravity” acompanha a história de uma sobrevivente de uma missão espacial que tenta voltar à Terra. O argumento de “Gravity” foi escrito por Alfonso Cuarón e pelo seu filho, Jonas Cuarón. A Universal Pictures decidiu suspender “Wanted 2” porque algumas partes do argumento precisavam da personagem de Angelina Jolie.
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Realizado por Louie Psihoyos
Com Louie Psihoyos, Richard O'Barry

O realizador Louis Psihoyos é o responsável por um magnífico documentário que nos apresenta uma devastadora e horripilante demonstração da extensão da crueldade da humanidade para com os animais. O cineasta viajou até à Baia do Taiji no Japão, uma localidade isolada que é habitada por uma extensa população de golfinhos que são constantemente massacrados pelos habitantes humanos daquela localidade que os traficam ou que os chacinam. Louis Psihoyos contou com a preciosa ajuda de Richard O'Barry, um treinador de golinhos, e da Oceanic Preservation Society, uma sociedade de activistas ecologistas, duas magnificas contribuições que auxiliaram este cineasta a desenvolver um desconcertante mas importante documentário que certamente irá chamar a atenção de qualquer espectador.


“The Cove” está nomeado ao Óscar de Melhor Documentário e, na minha opinião, é claramente um dos grandes favoritos à conquista deste importante galardão porque nos apresenta uma fantástica narrativa que resulta de uma excelente investigação que conseguiu desvendar uma atrocidade ambiental que deve ser contestada e terminada. Louie Psihoyos e a Oceanic Preservation Society embarcaram numa arriscada operação com o simples intuito de alertar o público japonês e mundial para os crimes que se cometem numa pequena localidade e para as devastadoras consequências que advêm dessas actuações criminosas contra o ecossistema. “The Cove” explora o massacre de golfinhos e cetáceos que acontece anualmente numa isolada localidade japonesa que posteriormente os comercializa em diversos mercados, como por exemplo, os da alimentação ou do entretenimento mas o elemento fundamental deste documentário não é a matança objectiva dos animais em questão porque semanalmente as potencias ocidentais são responsáveis pelo extermínio de milhares de bovinos ou caprinos, no entanto, esse massacre não é tão violento ou incompreensível como o perpetrado pelos japoneses. A polémica também é agravada porque a carne proveniente dos golinhos não é tão saudável como a dos restantes mamíferos porque apresenta um nível anormal de mercúrio, uma substância altamente perigosa, um pormenor que também é divulgado e abordado pelo documentário que ataca os responsáveis políticos daquela localidade porque fornecerem esse tipo de carne às escolas da região.”The Cove” também acompanha o emocionante caminho de arrependimento de Richard O'Barry, um conhecido treinador de golfinhos que participou activamente em “Flipper”, um famoso produto televisivo que aproximou os ocidentais dos golfinhos. Richard O'Barry capturou e treinou sem grande piedade inúmeros golfinhos mas quando um desses animais se suicidou à sua frente Richard O'Barry decidiu alterar radicalmente a sua vida e começou a defender os animais que maltratava, assim sendo, não hesitou em participar em “The Cove” e em apoiar as suas finalidade e os seus objectivos, ou seja, impedir o crescimento do tráfico de golfinhos.


As execuções das filmagens deste explicito documentário foram bastante arriscadas porque a comunidade daquela localidade não facilitou o trabalho dos investigadores, muito pelo contrario, enveredou numa verdadeira batalha contra todos os activistas que tentavam auxiliar os golfinhos e os cetáceos a sobreviverem às suas brutais execuções. As filmagens apresentam o melhor de uma investigação jornalística e o melhor de uma produção sobre espionagem porque este documentário apresenta ao espectador múltiplas informações valiosas que são exploradas e retratadas com qualidade e objectividade mas também nos oferece inúmeros momentos de ansiedade e incerteza quando os investigadores tentam descobrir o que realmente acontece na Baia do Taiji. “The Cove” também explora o lado político do massacre porque alegadamente o governo japonês sabe de tudo mas nada faz para impedir ou limitar esses acontecimentos, muito pelo contrário, exerce uma considerável e favorável influencia nos organismos internacionais que regulam essas matérias e que não criticam ou acabam com esta desnecessária atrocidade ambiental. A divulgação internacional desta produção não originou grandes repercussões internacionais porque a tradição do massacre de cetáceos e de golfinhos contínua bastante activa em várias regiões japonesas, no entanto, os movimentos contra o extermínio de golfinhos são cada vez maiores e mais fortes, assim sendo, as politicas japonesas em relação a esta questão são cada vez mais atacadas e contestadas e num futuro próximo talvez assistamos à proibição geral destas práticas violentas. “The Cove” é um excelente e inspirador documentário que merece ser visionado por qualquer espectador.

Classificação – 4,5 Estrelas Em 5
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Anthony Hopkins será o protagonista de “The Rite”, um thriller sobrenatural da New Line Cinema que será dirigido por Mikael Hafstrom. O filme será uma adaptação da homónima produção literária da autoria de Matt Baglio, um produto que aparentemente é baseado em factos verídicos. Anthony Hopkins será um sacerdote católico que é especialista em exorcismos e cujos métodos não são, necessariamente, tradicionais mas que são precisamente a solução que um estudante norte-americano encontra para derrubar as forças demoníacas. Michael Petroni é o guionista desta produção que ainda não tem data de estreia prevista.

Freida Pinto integrará o elenco de “War of the Gods”, uma produção sobre os deuses da mitologia grega. O filme será dirigido por Tarsem Singh e produzido pela Relativity Media. Mickey Rourke também está em negociações para interpretar o Rei Hyperion. “War of the Gods” contará a história de Teseu (Henry Cavill), um jovem guerreiro que lidera o seu exército numa batalha contra os Deuses e contra os Titãs. Freida será Phaedra, uma sacerdotisa que se une a Teseu para impedir a guerra. “War of the Gods” começará a ser filmado em Abril.

Os actores Eric Balfour e Donald Faison deverão integrar o elenco de “Skyline”, uma produção de ficção científica que já conta com a participação de Scottie Thompson e Neil Hopkins. “Skyline” relata a história de um grupo de amigos que, após uma festa, descobre que uma força alienígena está a devastar a população humana. O filme esta a ser escrito por Liam O'Donnell e Joshua Cordes e será dirigido por Greg e Colin Strause. “Skyline” ainda não tem data de estreia definida.
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A carreira de Kirsten Dunst não está no seu melhor nível e a provar esta afirmação está este vídeo musical que foi dirigido por McG.

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Johnny Depp irá contracenar pela primeira vez com a sua mulher, Vanessa Paradis, em “My American Lover”, um romance dramático que será centrado na história romântica de Simone de Beauvoir (Vanessa Paradis), uma feminista francesa que partilhava a sua intimidade com o seu marido e com o seu amante, Nelson Algren (Johnny Depp). “My American Lover” será realizado por Lasse Hallström, um cineasta que já trabalhou com Johnny Depp em “Chocolat”.
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Um dos compositores mais conhecidos e aclamados da actualidade é Hans Zimmer. Compositor de bandas-sonoras tão grandiosas como as de "The Lion King", "The Gladiator", "The Last Samurai" ou "Pirates of the Caribbean: At World's End", Zimmer é já um valor seguro dentro do imenso mundo que é Hollywood. Por vezes criticado pela excessiva extravagância electrónica dos seus temas, o certo é que, todas as bandas-sonoras que compõe ficam no ouvido e deliciam o espectador/ouvinte. Geralmente, Zimmer incute uma grande dose de adrenalina épica em cada filme para que trabalha, criando bandas-sonoras emocionalmente cativantes e simplesmente inesquecíveis. "Angels & Demons" tem também a sua genial marca. E se o filme não obteve o desejado clamor consensual de público e crítica, o mesmo não pode ser dito em relação à sua trama musical. A banda-sonora criada para "Angels & Demons" recupera os temas principais de "The DaVinci Code" e tem o dom de os elevar a um ponto ainda maior de graciosidade e complexidade musical. Orgulhosamente, o Portal Cinema deixa-vos com 3 trechos de uma das 10 melhores bandas-sonoras do ano 2009, segundo a prestigiada revista "Premiere".

Faixa 1 - 160 BPM


Faixa 3 - Air


Faixa 9 - 503

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Ainda a receber prémios do seu estrondoso filme "O Laço Branco", falou-se de que Michael Haneke estaria a preparar um filme sobre a velhice e a humilhação subjacente à deterioração física intitulado "Ces Deux". No entanto, rumores recentes descrevem precisamente o contrário: o próximo projecto do realizador alemão será focado na internet. Alegadamente o filme será rodado um pouco por todo o globo, apesar do argumento estar agora a ser escrito pelo próprio Haneke.

Apesar do último filme de Woody Allen ter chegado há pouco aos cinemas portugueses, fala-se já em dois projectos seguintes. O primeiro, "You Will Meet a Tall Dark Stranger", desenrola-se em torno de diferentes membros de uma família a braços com os seus problemas amorosos e de dia-a-dia e será protagonizado por Antonio Banderas, Josh Brolin, Anthony Hopkins e Naomi Watts, que veio substituir Nicole Kidman. Do segundo, sabe-se ainda muito pouco, apenas que é possível que tenha participação de Carla Bruni e que será protagonizada por Owen Wilson. O primeiro está apontado para estrear em Setembro, o segundo deverá ser rodado este Verão.

O realizador Vincenzo Natali, conhecido pelos seus thrillers de horror ou ficção científica ("Cubo", "Cypher", "Splice" que estreou no Festival de Sundance) muda radicalmente de tom e dirigirá o primeiro filme da mais recente saga infanto-juvenil, cujos editores esperam que venha a substituir Harry Potter como fenómeno literário de massas. "Tunnels", escrito por Roderick Gordon e Brian Williams, conta a história de um rapaz albino de 14 anos que, ao partir à procura do pai arqueólogo desaparecido, descobre todo um outro mundo subterrâneo, onde vivem os Styx, uma espécie de milícia guardiã religiosa que odeia os seres que vivem acima dos túneis e que usa o medo para subjugar os habitantes das profundezas. Há outros dois livros e um quarto a caminho, que, a seu tempo e se a primeira entrega ao grande ecrã for proveitosa, não tardarão a ser adaptados também.

Francis Lawrence ("I Am Legend") realizará "Water for Elephants", sobre um circo itinerante em plena Grande Depressão e um triângulo amoroso entre um treinador de animais paranóico, a sua jovem mulher e o membro mais recente do grupo, um jovem veterinário que vem cuidar dos animais do circo quando desiste da faculdade após a morte dos pais e que se apaixona por esta. Os papéis estão respectivamente a cargo de Christoph Waltz ("Inglorious Basterds"), Reese Witherspoon ("Walk the Line") e Robert Pattinson ("Twilight"). O argumento é adaptado do romance homónimo de Sara Gruen por Richard LaGravenese ("As Pontes de Madison County", "O Rei Pescador", realizador de "P.S. I Love You").

Antes de se lançar na sequela de "Enchanted", Kevin Lima (co-realizador de "Tarzan", animador de "A Pequena Sereia" e "A Bela e o Monstro" e argumentista de "Aladino") vai dirigir Hugh Jackman em "Avon Man". A personagem de Jackman é um dos muitos homens despedidos da indústria automóvel que é recrutado relutantemente como vendedor porta-a-porta de cosméticos. No início usa o seu charme e boa aparência para fazer negócio, mas para salvar a sua família da bancarrota reúne os seus amigos para ganhar um concurso regional de vendas. O argumento está a cargo de Kevin Bisch ("Hitch").

Brett Ratner (trilogia "Rush Hour") vai dirigir um filme de ladrões à la "Ocean's Eleven" intitulado "Tower Heist", inicialmente a ser protagonizado por Eddie Murphy mas provavelmente a ser substituído por Ben Stiller. Outros nomes para co-protagonistas incluem Chris Rock e Chris Tucker. A história trata de um grupo que decide assaltar os residentes da Trump Tower em Nova Iorque, onde os mesmos trabalham. O argumento, originalmente de Ted Griffin ("Matchstick Men", "Ocean's Eleven"), foi apontado para ser reescrito por Noah Baumbach, o argumentista e realizador de "The Squid and the Whale" e "Margot at the Wedding" (e ainda um habitual colaborador de Wes Anderson). Os dois escritores estão em extremos opostos do espectro, o que leva a crer que a introdução de Stiller (protagonista do próximo filme de Baumbach "Greenberg") venha alterar a substância original do filme, podendo conferir-lhe por exemplo um tom mais humanitário.
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O novo trabalho de Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio, “Shutter Island”, já estreou em Portugal. A história deste thriller relata as aventuras policiais de Teddy Daniels e Chuck Aule, dois agentes que são convocados a "Shutter Island" para investigar o improvável desaparecimento de uma criminosa do impenetrável Ashecliffe Hospital. Rodeados por circunspectos psiquiatras e perigosos pacientes psicopatas, eles vêem-se envolvidos numa atmosfera misteriosa e volátil que sugere que nada é o que parece. Com um furacão a aproximar-se da ilha, a investigação progride rapidamente, no entanto, à medida que a tempestade aumenta de intensidade, as suspeitas e os mistérios multiplicam-se, cada um mais terrível e tenebroso que o anterior. Há indicações e rumores de conspirações sombrias, sórdidas experiências médicas, alas secretas, controlo mental e inclusive de algo sobrenatural. Movendo-se nas sombras do hospital, assombrado pelos terríveis actos dos seus instáveis habitantes e pelos desígnios desconhecidos dos igualmente suspeitos médicos, Teddy começa a sentir que, quanto mais fundo ele chega na investigação, mais perto está de se ver confrontado com alguns dos seus mais profundos e devastadores medos. E apercebe-se também que poderá não sair vivo daquela ilha. “Shutter Island” tem recebido muitas críticas positivas e é o líder actual das bilheteiras norte-americanas.





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Já tinha sido alvo de rumores o envolvimento de Christopher Nolan num futuro filme do Super-Homem, e já estava decidido que não seria uma sequela do filme de Bryan Singer de 2006 ("Superman Returns"). Surge agora a notícia de que o argumento desta revisita ao mundo do Homem de Aço vai estar a cargo de David Goyer, o argumentista de "Batman Begins" e "The Dark Knight". Foram relatados alguns detalhes não confirmados da história, concretamente de que não irá tratar-se da origem do super-herói. Lex Luthor e Braniac estão presentes e o jornal "The Daily Planet" está com problemas financeiros, como toque de realidade. O argumento terá ainda fortes elementos de mitologia em torno da criptonite. Nesta altura, é quase impossível esperar que Brandon Routh retome o seu papel protagonista, ou Singer a cadeira de realizador, apesar de, aparentemente, se tratar de uma continuação e não um reboot ou um remake (termos tão em voga nos últimos tempos).
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Realizado por Marco Bellocchio
Com Giovanna Mezzogiorno, Filippo Timi
Género - Drama/Histórico
Estreia Mundial - Maio 2009
Sinopse - "Vincere" é um retrato de Benito Mussolini e da sua primeira mulher, de quem teve um filho que posteriormente renegou. Ida Dalser (Mezzogiorno) encanta-se com o charme e ideias revolucionárias do jovem Mussolini (Timi). Quando este desaparece durante a Primeira Guerra Mundial e mais tarde reaparece com uma nova esposa, a espezinhada Dalser e o seu filho são mandados para asilos separados por mais de uma década. Ida debate-se contra este injusto destino.
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Hailee Steinfeld será a protagonista de “True Grit”, um remake da homónima produção de Henry Hathaway que será dirigido por Joel e Ethan Coen e que será distribuído pela Paramount Pictures. A história desta longa-metragem irá acompanhar as aventuras de uma adolescente e de um astuto xerife que iniciam uma campanha de vingança contra os assassinos dos pais da rapariga. Matt Damon e Josh Brolin também fazem parte do elenco desta produção que deverá estrear nos Estados Unidos da América a 25 de Dezembro de 2010.
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O Festival Audiovisual Black & White da Universidade Católica pretende celebrar a estética a preto e branco, como forma específica, peculiar e única de manifestação artística. A tecnologia digital, na captação de imagens, nasce com a cor, no entanto a intuição dos artistas apela, inúmeras vezes, à produção a preto e branco. O que comprova a actualidade e o interesse da estética que só o preto e branco comunica. Para além disso, o Festival Black & White tem como objectivo estimular a criação de ambientes sonoros que remetam para a estética a preto e branco. Daí a inclusão de três categorias em competição: vídeo, áudio e fotografia. Urge criar uma educação do espectador para a especificidade do preto e branco, para contornar um preconceito que relaciona o preto e branco com obras fastidiosas e pedantes. O Festival decorrerá de 21 a 24 de Abril de 2010 na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, Centro Regional do Porto, Campus da Foz - Portugal.
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Realizado por Harald Zwart
Com Jackie Chan, Jaden Smith, Taraji P. Henson
Género – Aventura
Estreia Mundial (EUA) – 11 de Junho de 2010
Sinopse – Um rapaz norte-americano sofre de alguns problemas de adaptação ao seu novo país, tendo de lidar diariamente com o preconceito e a dificuldade de comunicação com os jovens da sua idade, entretanto, conhece um misterioso idoso, mestre em artes marciais. O rapaz começa a ter aulas de karate, tornando-se ele próprio num grande lutador.

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