O Melhor Filme de 2009 é “Avatar”. O sucesso cinematográfico de James Cameron arrasou a concorrência nesta votação ao arrecadar uns impressionantes 294 Votos num total de 992 Votos. O segundo lugar ficou entregue a “Inglourious Basterds”, uma produção de Quentin Tarantino que amealhou 169 Votos. “The Curious Case Of Benjam Button” e “Slumdog Millionaire” encerram o pódio em igualdade com 87 Votos. Agradecemos a todas as pessoas que votaram nesta eleição durante estas últimas três semanas.


Read More ...

4 comentários

Os nossos leitores votaram durante três semanas naquela produção cinematográfica que, na sua opinião pessoal, ficou bastante aquém das expectativas. Numa árdua e Justificar completamenterenhida discussão pelo título de Maior Desilusão de 2009, “2012” venceu “Dragonball Evolution”, no entanto, essa vitória foi conseguida no limite. A produção apocalíptica arrecadou 184 Votos contra os 180 Votos amealhados pela adaptação cinematográfica do famoso anime, assim sendo, apenas quatro votos separaram estas duas mediocres produções cinematográficas. A terceira posição ficou entregue a “Bruno” que conquistou 103 Votos. 878 indivíduos participaram nesta eleição.
Read More ...

0 comentários

Realizador do Ano – James Cameron

O cineasta que está por detrás do sucesso qualitativo e comercial de “Avatar”, James Cameron, conquistou o estatuto de Realizador de 2009 do Portal Cinema. Clint Eastwood, David Fincher e Quentin Tarantino também foram mencionados por alguns colaboradores e também merecem uma pequena distinção sob a forma de uma menção honrosa.


Melhor Cooperação Transatlântica – Inglourious Basterds
As forças artísticas e económicas dos Estados Unidos da América e da Alemanha convergiram e possibilitaram a concretização cinematográfica de “Inglourious Basterds”, uma espectacular longa-metragem que é a Melhor Cooperação Transatlântica de 2009.
Melhor Filme Britânico – Moon
O estreante Duncan Jones confirmou o seu ambicioso estatuto de promessa cinematográfica com “Moon”, uma fantástica produção britânica que arrecadou vários galardões internacionais mas que também conquistou o título de Melhor Filme Britânico de 2009 dos Prémios Portal Cinema.
Read More ...

0 comentários

Melhor Filme de Animação – Up

O sucessor de “Wall-E”,“Up”, conseguiu surpreender os inúmeros espectadores que o visionaram e também conseguiu convencer os eleitores destes prémios que lhe conferiram o prémio de Melhor Filme de Animação de 2009.

Melhor Filme de Terror – Let The Right One In

O terror vampírico de “Let The Right One In” convenceu os nossos colaboradores que preferiam esta longa-metragem europeia em detrimento das quatro produções norte-americanas que também se encontram nomeadas.

Melhor Documentário – Man On Wire

O documentário que nos apresenta os surpreendentes acontecimentos de uma fantástica mas arriscada proeza artística que foi efectuada por Philippe Petit em 1974, “Man On Wire”, foi considerado o Melhor Documentário de 2009 pelos colaboradores do Portal Cinema.
Read More ...

1 comentários

Melhor Filme Português – Singularidades De Uma Rapariga Loura
Os colaboradores do Portal Cinema atribuíram ao novo trabalho cinematográfico de Manoel de Oliveira o estatuto de Melhor Filme Português de 2009. “Singularidades De Uma Rapariga Loura” acabou por triunfar nesta disputadíssima categoria que nos apresentava nomeados de altíssima qualidade, como por exemplo, “A Esperança Está Onde Menos Se Espera” ou “A Corte Do Norte”.
Pior Filme Português – Second Life
O título de Pior Filme Português de 2009 pertence a “Second Life”, uma fraquíssima produção nacional que não conseguiu encantar os espectadores nacionais com o seu desinspirado argumento.


Melhor Festival Nacional de Cinema – Estoril Film Festival 2009


A terceira edição do Estoril Film Festival arrebatou o galardão de Melhor Festival Nacional de Cinema destes Prémios do Portal Cinema. A elevada qualidade dos inúmeros festivais nacionais que decorreram durante o último ano em território português dificultou bastante a escolha dos nossos colaboradores mas o Estoril Film Festival 2009 acabou por emergir vitorioso de um renhido confronto com o IndieLisboa e o FantasPorto.
Read More ...

0 comentários

Melhor Filme Europeu (Continental) – Let The Right One In

A poderosa história vampírica de “Let The Right One In” surpreendeu a crítica internacional que elogiou bastante esta surpreendente produção nórdica. Os colaboradores do Portal Cinema também ficaram convencidos com a sua magistralidade e atribuíram-lhe o prémio de Melhor Filme Europeu.

Estúdio Cinematográfico de 2009 – 20th Centrury Fox

O estúdio norte-americano economicamente responsável por “Avatar”, “Ice Age: Dawn of the Dinosaurs”, “X-Men Origins: Wolverine” ou “Fantastic Mr. Fox” convenceu os nossos colaboradores que o consideraram o estúdio que mais se destacou em 2009.
Melhores Efeitos Especiais – Avatar

Os inovadores e espectaculares efeitos especiais de “Avatar” foram unanimemente considerados os melhores efeitos do último ano pelos nossos colaboradores. A magia tecnológica de James Cameron conseguiu superar as igualmente poderosas concepções visuais dos restantes nomeados (2012, Transformers – The Revenge Of The Fallen, Watchmen e Terminator Salvation) que também merecem uma significante palavra de apresso.
Read More ...

0 comentários

Os Óscares e os Razzies são dois prémios cinematográficos que distinguem respectivamente o melhor e o pior da sétima arte internacional. “Óscar & Razzie” é um espaço semanal que aproveita as características especiais desses prémios para enaltecer ou criticar os melhores e piores acontecimentos cinematográficos da semana.

Óscar – Tim Burton Em Cannes

O Presidente do Júri do Festival de Cannes de 2010 será Tim Burton. O excêntrico cineasta norte-americano irá suceder a Isabelle Huppert no comando de um dos mais importantes certames da sétima arte. A honra atribuída pela organização do icónico festival a este famoso realizador é merecida porque são poucos os cineastas que conseguem entusiasmar os espectadores da mesma forma que Tim Burton.

Razzie – O FimJustificar completamente Da Miramax

Os pJustificar completamenterincipias responsáveis pela Walt Disney Pictures decidiram encerrar a Miramax porque não a consideraram economicamente viável tendo em vista os objectivos financeiros deste colosso norte-americano que também detém vários estúdios secundários como a Pixar ou a Touchstone. O império cinematográfico da Walt Disney ficou qualitativamente mais pobre mas economicamente mais seguro, no entanto, Hollywood é a verdadeira vítima desta história porque perdeu mais um emblemático estúdio que se notabilizou durante a década de oitenta.

Read More ...

0 comentários

Realizado por Kathryn Bigelow
Com Jeremy Renner, Anthony Mackie, Brian Geraghty

O triste despoletar da guerra no Iraque já vai longe e desde então, uma carrada de filmes sobre essa temática tem invadido as salas de cinema. Como sempre, Hollywood é incansável e não perde a oportunidade de transformar uma “guerrinha” real num grande projecto cinematográfico que pretende dar moral às tropas e reforçar o patriotismo do povo americano. Num tão curto espaço de tempo, “The Hurt Locker” deverá ser o 5º, 6º ou 7º filme a abordar esta (nova) guerra dos EUA, uma guerra claramente iniciada pelas piores razões e que ameaça acabar em desgraça (tal como a guerra do Vietname). A maior parte destes filmes não têm qualquer qualidade cinematográfica, assumindo-se simplesmente como obras “pipoqueiras” para aguçar o fanatismo de um povo que tem a mania que governa todo o mundo e que acha que se pode meter em tudo aquilo que não lhe diz respeito. Normalmente, estes filmes apresentam o exército americano como anjinhos salvadores da pátria, deixando todo o mal e toda a podridão para o país estrangeiro que estão a invadir. Autêntico lixo, como é óbvio. Felizmente, “The Hurt Locker” não é um desses filmes. Esta obra de Kathryn Bigelow é dotada de um realismo impressionante, o que valoriza o talento da realizadora. Porém, apesar de apresentar uma faceta diferente desta guerra, “The Hurt Locker” revela-se incapaz de surpreender o espectador e demarcar-se de outro qualquer filme de guerra que já tenhamos visto.


A história narra um período da vida de William James (Renner), um soldado temerário, valente mas imprudente, que é destacado para comandar a equipa de dois outros membros do exército norte-americano. James é um especialista na desactivação de engenhos explosivos ocultos. Assim sendo, numa altura em que as ruas Iraquianas estão total e perigosamente armadilhadas com esses engenhos, o recurso aos serviços de James torna-se natural. Para mal dos seus companheiros de equipa, James revela-se um autêntico apaixonado da guerra, tomando decisões que colocam em risco as vidas de todos os que o acompanham.
Vou ser extremamente franco. Filmes de guerra não são propriamente os meus preferidos. Razão pela qual não vi o filme aquando da sua estreia, visionando-o apenas agora devido ao mediatismo em redor dos prémios cinematográficos. Assim sendo, reconheço que “The Hurt Locker” não é um mau filme. Porém, está a milhas de poder ser considerado uma pérola da Sétima Arte digna do reconhecimento de melhor filme do ano. A principal virtude da película encontra-se na realização de Bigelow. Uma realização serena, competente, realista e que pretende fazer-nos reflectir sobre a essência da guerra, bem como sobre a sanidade daqueles que a disputam. “The Hurt Locker” parte do ponto de vista de que a guerra é uma droga. Sendo uma droga, muitos dos soldados tornam-se viciados nela e revelam-se incapazes de viver vidas normais. Vidas sem risco de morte e sem rasgos de pura adrenalina. Exactamente o que acontece ao soldado William James.


Ao longo da história e à medida que conhecemos este curioso e complexo homem, percebemos que James é incapaz de viver uma vida normal. A guerra está-lhe no sangue, pelo que o campo de batalha é o único local onde ele está seguro de si e sabe o que tem a fazer. Assim se explicaria a razão pela qual os membros das forças armadas de todos os países parecem estar sempre desejosos de explodir mais uns edifícios… Este ponto de vista é original, mas sabe a pouco. “The Hurt Locker” apresenta momentos de grande tensão, muito devido à incerteza que deriva do facto de o espectador nunca saber quando o engenho explosivo vai detonar. Para além destes aspectos, a obra de Bigelow apresenta muito pouco sumo. Por exemplo, comparando “The Hurt Locker” com obras como “Saving Private Ryan” ou “Letters From Iwo Jima”, o filme de Bigelow é inegavelmente muito inferior. Acredito que “The Hurt Locker” signifique muito mais para o povo americano (afinal de contas, actor principal desta trama). Já para qualquer outro povo do mundo, esta obra será “apenas” mais um filme de guerra.
Porém e apesar de uma narrativa, a espaços, lenta e aborrecida, “The Hurt Locker” consegue ser competente, criativo, eficaz e dramático. O espectador identifica-se facilmente com a dor dos personagens e o realismo dos cenários e das sequências mais tensas é mais do que suficiente para nos manter colados à tela. Resumindo e concluindo, “The Hurt Locker” é bom, mas não consegue distanciar-se da banalidade de muitos outros filmes que abordam esta triste guerra. Um filme a considerar para os nomeados ao Oscar de Melhor Filme, mas que espero não ver levar essa estatueta para casa.

Classificação – 4 Estrelas Em 5
Read More ...

5 comentários


Realizado por Sylvain White
Com Jeffrey Dean Morgan, Chris Evans, Jason Patric, Zoë Saldana
Género - Acção
Estreia Mundial - 9 de Abril de 2010
Sinopse - O filme conta-nos a história de um grupo das Forças Especiais Americanas, enviado para a floresta boliviana numa missão de busca e de eliminação.

Read More ...

0 comentários

O primeiro episódio da sexta temporada começa com os últimos minutos da quinta temporada. Juliet está no fundo de um poço completamente imobilizada a tentar esmagar uma bomba com uma pedra, enquanto isso, Jack, Sawyer e Kate estão na superfície e tentam salvá-la mas de repente chega o clarão de uma explosão que nos transporta para o interior da ultima viagem do Oceanic 815. Jack está a olhar pela janela e parece atordoado. A hospedeira conversa com ele sobre a sua bebida num momento que se assemelha bastante a um flashback do primeiro episódio da primeira temporada mas com a pequena diferença de que após o momento de turbulência o avião não cai.
Read More ...

0 comentários

A famosa guionista de “Juno” e “United States Of Tara”, Diablo Cody, está a planear adaptar o seu último trabalho cinematográfico, “Jennifers Body”, à televisão através de uma série que poderá ter uma estrutura semelhante à da famosa “Buffy – The Vampire Slayer”. As recentes declarações da guionista confirmaram esta intenção e também revelaram que a possível série se poderá focar na amizade entre Jennifer e Needy.
Read More ...

0 comentários


Realizado por Florent Siri
Com Bruce Willis, Kevin Pollack, Ben Foster, Jonathan Tucker, Serena Scott Thomas

O responsável pelos famosos videojogos “Splinter Cell: Pandora Tomorrow” e ”Splinter Cell: Chaos Theory”, Florent Siri, também é conhecido pelas suas ocasionais incursões na sétima arte. Um dos seus últimos trabalhos cinematográficos foi “Hostage”, uma medíocre produção cinematográfica que até nos apresenta alguns momentos relativamente interessantes mas que são insuficientes para transformar esta longa-metragem numa produção verdadeiramente empolgante.”Hostage” é uma adaptação cinematográfica do homónimo romance literário de Robert Crais e é protagonizada por Jeff Tally (Bruce Willis), um conhecido negociador de reféns de Los Angeles que vive perturbado por não ter conseguido salvar uma criança das mãos de um louco, uma dramática situação que o traumatiza e que o leva a trocar a cidade por um pequeno subúrbio, onde rapidamente se torna chefe da polícia, no entanto, os fantasmas do passado voltam a atormentá-lo quando três jovens tomam uma família como refém após um assalto falhado. O homem raptado está ligado ao mundo do crime e trabalha para o importante Sonny Benza, tendo em casa documentos comprometedores e para impedir que a polícia apanhe esses documentos, Benza decide mandar raptar a família do intransigente policia para que esta sirva como moeda de troca para a entrega dos ficheiros. A situação complica-se quando Tally descobre que Mars (Ben Foster), um dos sequestradores, é um assassino em série. As próximas vítimas podem ser os seus reféns e os seus cúmplices. Tally terá assim de negociar a complexa situação que poderá a qualquer momento transformar-se numa imparável escalada de violência.


O argumento desta produção é bastante previsível e irregular porque em nenhum momento somos confrontados com um verdadeiro segmento narrativo de grande qualidade ou imaginação que nos convença que “Hostage” não é apenas mais uma cópia das famosas produções do género, como por exemplo, “Die Hard” ou “Bad Boys”. A falta de criatividade e originalidade do argumento é acentuada e exteriorizada através dos inúmeros clichés do género que estão maioritariamente presentes nos múltiplos acontecimentos que alimentam o desenvolvimento do enredo, acontecimentos esses que são acompanhados pelos vulgares diálogos sobre vinganças e chantagens que não acrescentam muito à história e que apenas servem para desviar as atenções dos espectadores. As extravagantes sequências de acção/combate representam a melhor vertente de “Hostage” porque entretêm o espectador e fornecem alguma intensidade à história. A direcção de Florent Siri é substancialmente competente, no entanto, este cineasta não conseguiu explorar devidamente as múltiplas hipóteses dramáticas e intrigantes do argumento, ainda assim, conseguiu apresentar algumas sequências moderadamente interessantes. O elenco é liderado por Bruce Willis, um actor explosivo que está habituado a personagens deste género e que não nos desilude com esta sua performance, sendo inclusivamente um dos melhores elementos qualitativos do filme. O elenco secundário tem em Ben Foster um dos seus maiores atractivos. “Hostage” é uma produção que não nos surpreende pela sua exímia criatividade ou qualidade, no entanto, poderá fornecer alguns elementos de interesse aos apreciadores do género.
Classificação – 2 Estrelas Em 5
Read More ...

1 comentários

A mais recente vítima da instabilidade financeira que actualmente afecta a industria cinematográfica foi a Miramax que encerrou as suas portas após trinta anos de funcionamento. O famoso estúdio norte-americano foi criado no final da década de setenta e actuou independentemente no mercado cinematográfico até ser adquirida pela Walt Disney Pictures no início da década de noventa. A sua ligação com o poderoso estúdio norte-americano restringiu fortemente as suas movimentações no mercado cinematográfico mas foi sob a direcção da Walt Disney que conseguiu lançar os seus maiores sucesso comercias. “Pulp Fiction” de Quentin Tarantino, “Chicago” de Rob Marshal, “Gangs Of New York” de Martin Scorsese, “Kill Bill Vol.1” e “Kill Bill Vol.2” de Quentin Tarantino, “Finding Neverland” de Marc Forster, “Blindness” de Fernando Meireles ou “Doubt” de John Patrick Shanley são apenas alguns exemplos dos inúmeros sucessos qualitativos e comerciais deste estúdio. A Miramax também teve algumas cooperações de luxo com outros estúdios que resultaram em grandes produções, como por exemplo, “No Country For Old Men” dos Irmãos Coen ou “There Will Be Blood” de Paul Thomas Anderson, ambas com a Paramount Advantage. O encerramento da Miramax irá lançar oitenta pessoas no desemprego mas era a única alternativa viável.
Read More ...

1 comentários

Read More ...

0 comentários

O elenco de “Mad Max 4: Fury Road” está oficialmente encerrado. A informação foi avançada pelo Hollywood Reporter que nos informa que os protagonistas desta quarta entrega de “Mad Max” serão Tom Hardy e Charlize Theron. O elenco secundário também está definido e será composto por Zoe Kravitz, Teresa Palmer e Adelaide Clements que formarão um pequeno grupo que será perseguido pelos vilões da história. Nicholas Hoult também irá participar nesta longa-metragem. O antigo protagonista desta história, Mel Gibson, não irá fazer parte do elenco desta nova produção. O realizador desta longa-metragem será George Miller, um cineasta que também realizou os outros filmes da saga. As filmagens de “Mad Mas 4: Fury Road” deverão começar no Verão de 2010 na Austrália.
Read More ...

1 comentários

A estreia norte-americana de “The Killer Inside Me”, um thriller psicológico dirigido por Michael Winterbottom e protagonizado por Jessica Alba e Casey Affleck, aconteceu recentemente durante o Festival de Sundance e ficou inevitavelmente marcada por uma estranha ocorrência. Jessica Alba abandonou a sessão cinematográfica porque se impressionou com as inúmeras sequências de violência do filme. A sua abrupta saída foi acompanhada por outros espectadores que também não apreciaram a violência do filme, esses espectadores também questionaram a organização do Festival sobre as razões que os levaram a colocar esta produção no programa do certame. O realizador desta longa-metragem defendeu prontamente o seu trabalho e afirmou que este é uma correcta e realista adaptação da violenta obra literária em que se baseia.
Read More ...

1 comentários


Realizado por Oliver Stone
Com Michael Douglas, Shia LaBeouf, Frank Langella, Josh Brolin, Carey Mulligan, Susan Sarandon
Género - Drama
Estreia EUA - 23 Abril 2010
Sinopse - Quando Gordon Gekko (Douglas) sai da prisão, depara-se com o mundo que outrora dominava. Procurando restabelecer relação com a filha (Mulligan), torna-se sócio do seu noivo Jacob (LaBeouf), que o começa a ter na consideração de um pai. Mas Jacob cedo descobre que Gekko, ainda um génio da manipulação e dissimulação, está atrás de algo muito diferente da redenção.

Read More ...

0 comentários


Realizado por Lars Von Trier
Com Willem Dafoe, Charlotte Gainsbourg

A genialidade de Lars Von Trier é indiscutível, este famoso cineasta dinamarquês é responsável por inúmeras produções cinematográficas de grandíssima qualidade, como por exemplo, “Dancer In The Dark” ou “Breaking The Waves”, no entanto, este seu último trabalho, “Antichrist”, não conseguiu surpreender a generalidade da crítica especializada que trucidou esta produção após a sua polémica exibição no Festival de Cannes de 2009. As distribuidoras dos principais mercados cinematográficos também não ficaram muito convencidas com esta longa-metragem e, numa tentativa de evitar avultados prejuízos financeiros, decidiram manter esta controversa produção afastada das salas de cinema, explicando assim, os péssimos resultados comerciais que obteve nas bilheteiras internacionais. Os defensores desta longa-metragem argumentam que a sua polémica história aposta num subjectivismo imaginativo e surrealista que transmite criativamente os excessos lunáticos da mentalidade humana e das eternas questões bíblicas mas a verdade é que “Antichrist” é, na minha opinião, um verdadeiro desastre cinematográfico que excede todos os limites do gosto e da decência. É verdade que “Antichrist” tem os seus méritos e até começa por nos apresentar um prólogo magnífico que nos empolga e que nos prende imediatamente à história mas à medida que entramos no seu desenvolvimento narrativo começamos a ser confrontados com sequencias demasiado explicitas e com explorações subjectivas demasiado surrealistas que diminuem drasticamente a qualidade desta produção.


O desenvolvimento da história de “Antichrist” está dividida em quatro capítulos que exprimem os diversos momentos da narrativa e aproveito para avisar que ao longo desta crítica irei expor alguns elementos chave desses capítulos, assim sendo, aconselho a quem não tenha visto esta produção a não prosseguir com a leitura. O primeiro segmento desta longa-metragem é o já referido prólogo, uma deslumbrante introdução que nos apresenta o trágico acontecimento que despontou esta história através de uma fantástica sequência que nos convence pela sua simplicidade. Esta abertura apresenta-nos uma cena sexual que é bastante comedida quando comparada com algumas outras que são posteriormente exibidas mas o verdadeiro interesse desta sequência é a morte acidental da criança, um acontecimento que destrói imediatamente a sanidade mental dos seus progenitores que não conseguiram evitar a sua trágica morte porque foram negligentes e porque estavam demasiado ocupados com outra actividade. A morte da criança está recheada de simbolismos que posteriormente se tornarão mais explícitos, como por exemplo, o significado das figuras de metal que derruba ou o facto da sua morte coincidir com o clímax sexual da sua mãe e do seu pai, no entanto, o que realmente importa salientar é que a sua morte causou danos mentais irreparáveis aos seus pais. A partir deste explícito mas interessante momento entramos no desenvolvimento que se inicia com o primeiro capítulo (Luto) onde acompanhamos as consequências imediatas dessa catástrofe familiar, consequências essas que se iniciam com o funeral da criança que é abruptamente interrompido pelo compreensivo descontrolo da sua mãe que a partir desse momento entra num progressivo estado depressivo de onde nunca mais sai. O capitulo explora o inicio do tratamento psicológico da mulher, um tratamento que é conduzido pelo seu marido, um famoso psicoterapeuta que não confia nas opiniões dos médicos e que tentará solucionar sozinho os problemas da sua esposa através de uma intensa terapia que visa acompanhar devidamente o moroso processo de culpabilização que a ataca sem piedade. O segmento demonstra a progressiva deterioração psicológica da mulher que tenta utilizar o sexo para escapar da loucura e da solidão mas graças à insistência do seu narcisista e individualista marido, é obrigada a confrontar os seus piores receios que se materializam nos bosques, mais precisamente nos bosques da sua casa de campo que são ironicamente apelidados de Éden, um lugar de outrora felicidade e de extrema beleza que se torna na representação das fobias irracionais e das loucuras inultrapassáveis. É neste verdejante local que a protagonista feminina irá enfrentar os seus medos e o protagonista masculino irá confrontar a sua própria insanidade. O capítulo termina em Éden com o marido a observar atentamente um pacífico veado num doloroso trabalho de parto. É a partir deste momento que “Antichrist” descamba no ridículo e no insólito.


O segundo capítulo (Dor) começa onde o anterior terminou, ou seja, na entrada de Éden. É durante esta parte que somos confrontados com os primeiros momentos de extrema violência e de completa insanidade por parte da personagem feminina que parece estar a piorar com o tratamento e com a confrontação dos seus medos, uma presunção que é posteriormente confirmada pelas suas acções destrutivas e pelos seus erráticos discursos. O ambiente verdejante em redor da cabana do casal também começa a perder a sua inocência e a sua passividade, acompanhando assim a evolução negativa da mulher. Os bizarros comportamentos do bosque culminam com o aparecimento de mais um estranho fenómeno animal. À semelhança do que aconteceu no capítulo anterior, a personagem masculina encontra uma estranha situação em que uma raposa desmembrada profere as seguintes palavras, “Chaos Reigns”. No terceiro capítulo (Desespero) entramos numa fase mentalmente alucinante e praticamente imperceptível aos olhos de um espectador pouco atento. O casal embarca numa violenta discussão que está repleta de ataques pessoais e de atribuições de culpas que culmina num impressionante momento de violência sexual e física que estilhaça todas as barreiras da decência. O segmento também é bastante rico em alusões à bruxaria e à religião que são pobremente exploradas e explicadas ao público. O capítulo termina com o aparecimento de mais um fenómeno animal, igualmente presenciado pelo homem, onde um corvo resiste corajosamente e sobrenaturalmente à morte. O quarto e último capitulo (Os Três Mendigos) fornece algumas respostas relativamente aos fenómenos animais que, afinal de contas, não passam de exteriorizações da insanidade do homem que acaba por ser vítima dos mesmos sintomas da sua mulher, sintomas esses que no alto da sua sabedoria não conseguiu prever ou impedir, assim sendo, podemos concluir que os animais derivam da antiga lenda “Os Três Mendigos” que estava a ser investigada pela sua mulher e que cada um deles representa um estado do processo de luto e de culpa, processos esses que estavam inicialmente representados nas estatuas de metal que a criança derruba no prólogo. A explicitação destes fenómenos é o único elemento razoável deste capítulo que nos apresenta inúmeros devaneios psicológicos de ambas as personagens que culminam em várias sequências de violência extrema que eventualmente terminam com a morte de um dos membros do casal. A conclusão ou epílogo também é bastante subjectiva e incompreensível mas demonstra o culminar da insanidade do homicida e a entrada num penoso castigo pelo acto cometido. Em suma, o argumento desta produção apresenta, de uma forma muito confusa e incerta, as terríveis consequências que o processo de culpabilização tem num casal que sofreu uma perda substancial. A sanidade de ambos os elementos rapidamente descamba numa espiral descendente que é exteriorizada através de atitudes insanas e comportamentos bizarros que são apimentados por referências culturais a dogmas religiosos e a questões sobrenaturais, no entanto, essas referências são pobremente exploradas e demasiado centradas na controvérsia.


A direcção de Lars Von Trier é inconstante. O prólogo é simplesmente magnífico porque sem cores e sem diálogos consegue transmitir ao espectador uma mensagem bastante forte através de simples imagens que são brilhantemente acompanhadas por uma fantástica sonoridade que alude aos imponentes cantos religiosos. Os restantes capítulos e segmentos já não conseguem obter os mesmos efeitos porque são demasiado exagerados e incompreensíveis. Lars Von Trier não se conteve e apresentou algumas sequências cinematográficas que simplesmente não se interligam com as restantes, esses impulsos criativos prejudicaram esta produção que não tem qualquer consistência nem qualquer estrutura definida. Uma direcção mais contida e menos gritante até poderia ter transformado esta longa-metragem numa obra minimamente aceitável e razoável mas tal situação não se verificou. Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg até nos oferecem performances substancialmente interessantes. “Antichrist” é uma representação bastante subjectiva de Lars Von Trier que criou com esta produção o seu próprio mundo imaginário e fantasioso, um mundo que infelizmente é demasiado pessoal e que não é facilmente compreensível pelos espectadores. Esta controversa longa-metragem é inconvencional mas ao contrário das restantes produções inconvencionais, não nos oferece nenhum elemento positivo ou agradável que nos consiga convencer. “Antichrist” é uma grande confusão cinematográfica que aposta em temáticas e em sequências polémicas e explicitas que simplesmente não entretêm.

Classificação – 2 Estrelas Em 5
Read More ...

9 comentários

Sinopse - O soldado romano Spartacus (Andy Whitfield) é sentenciado à morte numa arena após desafiar o comando de Claudis Glaber (Craig Parker). Durante o combate, ele surpreende tudo e todos ao matar quatro gladiadores. Apesar do feito, Spartacus é condenado à escravidão. Além disso, é separado da sua esposa Sura (Erin Cummings) e a vê ser violentada por soldados romanos e vendida a um comerciante sírio. Batiatus (John Hannah) compra Spartacus e decide colocar o escravo nos combates de arena para que assim possa tirar alguma vantagem financeira.

Read More ...

2 comentários



A DreamWorks Animation é provavelmente o estúdio de animação norte-americano mais importante a seguir à Disney. Foi sempre o que apresentou mais concorrência quer em termos da relação qualidade técnica/qualidade criativa, quer em termos de temáticas semelhantes. Enveredou pela animação clássica com bons resultados com "The Prince of Egypt", "The Road to El Dorado", "Spirit" e "Sinbad" e cedo apostou no desenvolvimento da animação digital com "Antz". A saga "Shrek" originou grandes sucessos de bilheteira e consolidou o seu lugar no mundo da animação. Seguiram-se títulos mais ou menos interessantes como "Shark Tale", "Madagascar", "Over the Hedge" e "Monsters Vs. Aliens", a culminar, talvez, com "Kung-Fu Panda", que reuniu muito boas críticas quer da imprensa especializada, quer do público. O estúdio vai estrear três filmes de animação digital em 2010, e já há grandes planos para 2011.

Em Março estreia nos EUA "How to Train Your Dragon", enquanto que a derradeira entrega de "Shrek", "Shrek Forever After", está programado para o Verão para enfrentar o adversário de peso da Disney/Pixar "Toy Story 3", num verdadeiro choque de titãs. Para o final do ano, teremos ainda "Oobermind" ou "Megamind", talvez o menos antecipado dos três, uma sátira aos filmes de super-heróis no qual um vilão perde o seu propósito depois de matar acidentalmente o seu nemésis e tenta criar outro para a sua vida voltar a ter sentido.

Mas 2011 promete ser ainda mais prolífero do que 2010. Assim, estão programados a sequela "Kung Fu Panda: The Kaboom of Doom", apontado para Junho, e o spin-off de "Shrek" centrado no Gato das Botas, aguardado para o final do ano. Estará ainda a cargo da DreamWorks Animation a produção da muito aguardada colaboração de Steven Spielberg e Peter Jackson em motion-capture "The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn", agendado para o Natal. E em vista haverá uma quarta produção de uma adaptação de um livro para crianças chamado "Punk Farm", sobre cinco animais de uma quinta que querem fazer uma versão punk da famosa canção "Old MacDonald Had a Farm".
Read More ...

0 comentários

A disputa entre a Paramount Pictures e a Lionsgate conheceu novos desenvolvimentos bastante interessantes. Na semana passada a Paramount contratou Kevin Greutert, um cineasta que recentemente nos apresentou “Saw VI”, uma produção da Lionsgate, para dirigir a sequela de “Paranormal Activity”, no entanto, esta decisão não agradou à Lionsgate que esta semana conseguiu resgatar Kevin Greutert através de uma clausula contratual que legalmente o obriga a realizar alguns filmes para a Lionsgate que imediatamente o colocou à frente de “Saw VII 3D”, uma longa-metragem que irá competir directamente com “Paranormal Activity 2” no Halloween de 2010. É preciso relembrar que esta decisão executiva da Lionsgate retirou imediatamente David Hackl da realização de “Saw VII 3D”, no entanto, os responsáveis pelo estúdio acreditam que conseguem encontrar rapidamente um novo projecto para este cineasta. “Paranormal Activity 2” e “Saw VII 3D” irão discutir a liderança das bilheteiras norte-americanas a 22 de Outubro de 2010.
Read More ...

0 comentários


Realizado por Kathryn Bigelow
Com Jeremy Renner, Anthony Mackie, Brian Geraghty
Género - Guerra
Estreia Mundial - 2009
Sinopse - Durante a Guerra do Iraque, um novo sargento, James, assume o comando de uma equipa altamente treinada em desmantelamento de bombas. No meio de conflitos violentos, ele surpreende os seus dois subordinados, Sanborn e Eldridge, ao mergulhá-los sem prudência num jogo mortal de combate urbano. James comporta-se como se fosse indiferente à morte e à medida que os homens lutam para controlar o seu novo líder, a cidade explode num absoluto caos, e James revela a sua verdadeira personalidade de uma forma que irá para sempre mudar estes homens.


 

Read More ...

0 comentários

O sucesso de “Sherlock Holmes” e o anúncio de uma sequela obrigaram a Warner Brothers a retirar Guy Ritchie da realização de “Lobo”, uma adaptação cinematográfica da homónima banda desenhada da DC Comics. As gravações de “Sherlock Holmes 2” começam em Junho de 2010, assim sendo, era impossível Guy Ritchie estar a frente de ambos os projectos. Esta informação já foi confirmada ao Los Angeles Times por Joel Silver, um dos produtores de ambos os projectos.
Read More ...

0 comentários

A série “Ugly Betty” foi oficialmente cancelada pela ABC. As péssimas audiências que registou durante esta ultima temporada foram as principais razões que a estação encontrou para não renovar esta série de humor que é protagonizada por América Ferrara. A quarta e última temporada de “Ugly Betty” também foi encurtada em dois episódios, assim sendo, restam apenas oito episódios para conferir um final adequado a uma série que já conseguiu brilhar nos Emmys e nos Golden Globes. “Ugly Betty” juntasse assim a “Hank” e “Eastwick”, duas séries que também já foram canceladas pela ABC. “Better Of Ted”, “Scrubs”, “The Forgotten”, “The Deep End” e “Flash Forward” também poderão seguir o mesmo caminho muito brevemente. A última temporada de “Ugly Betty” será exibida na Fox Life em Portugal.
Read More ...

0 comentários

A série “Mortal Kombat” poderá regressar aos grandes ecrãs através da Warner Brothers que depois de adquirir a companhia que detinha os seus direitos de adaptação cinematográfica poderá avançar com a produção de um filme a qualquer momento. A imprensa norte-americana avança que Oren Uziel poderá ser contratado para escrever o argumento que em principio não retomará a história iniciada pelos filmes anteriores.
Read More ...

1 comentários

Os produtores de “Tropa de Elite 2” divulgaram recentemente a sinopse oficial da sequela de “Tropa de Elite”. O principal enfoque da história será o combate ao crime que é praticado pelas milícias brasileiras. A história também apresentará um Capitão Nascimento (Wagner Moura) mais velho e mais experiente. A um nível pessoal também irá enfrentar alguns problemas relacionados com o problemático desenvolvimento do seu filho adolescente. “Tropa de Elite 2” será dirigido por José Padilha e terá um argumento de Bráulio Mantovani, ou seja, contará com a colaboração artística de profissionais de altíssima qualidade. O filme deverá estrear no Brasil a 13 de Agosto de 2010.

Sinopse Oficial - 2010. Nascimento enfrenta um novo inimigo: as milícias. Ao bater de frente com o sistema que domina o Rio de Janeiro, ele descobre que o problema é muito maior do que imaginava. Ele precisa equilibrar o desafio de pacificar uma cidade ocupada pelo crime com as constantes preocupações com o filho adolescente. Quando o universo pessoal e profissional de Nascimento se encontram, o resultado é explosivo.
Read More ...

10 comentários


Realizado por Joon-ho Bong
Com Bin Won, Hye-ja Kim, Ku Jin
Género - Drama/Policial
Estreia Europeia - 27 de Janeiro de 2010
Sinopse - O realizador de "The Host" traz-nos um thriller sobre uma mãe desesperadamente à procura do assassino que incriminou o seu filho.

Read More ...

0 comentários

Invictus
Realizado por Clint Eastwood
Com Morgan Freeman, Matt Damon, Tony Kgoroge
Género – Drama
Duração – 134 Min.
País de Origem – EUA
Sinopse – África do Sul, 1994. Nelson Mandela sai Presidente das primeiras eleições inter-raciais e inicia a árdua missão de sarar as feridas de 42 anos de "apartheid": as suas e as de todo um país. Com a ajuda de François Pienaar (Matt Damon), capitão da Selecção sul-africana de râguebi, Mandela (Morgan Freeman) inspira um país inteiro, ainda consumido pela divisão entre negros e afrikaners (descendentes dos colonos europeus). Confiante que poderia pôr todos a olhar na mesma direcção, Mandela usa a equipa dos Springboks como símbolo da união nacional, levando-a até à final do Campeonato do Mundo de Râguebi de 1995.

Anticristo (Antichrist)
Realizado por Lars Von Trier
Com Willem Dafoe, Charlotte Gainsbourg
Género – Drama
Duração – 104 Min.
País de Origem – Dinamarca
Sinopse – Após a trágica e acidental morte do seu único filho, um casal (Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg) retira-se para uma cabana isolada no bosque. Aí, esperam conseguir ultrapassar a dor e resgatar o casamento. Ele, psicoterapeuta, tenta arrancar a mulher do torpor em que se encontra, ajudando-a a enfrentar o desgosto. Mas, ela, sentindo-se profundamente culpada pela morte da criança, está a um passo da loucura. E a cabana, outrora chamada de "Éden" por ser um lugar de felicidade e beleza, torna-se a representação do medo e da loucura, levando a mulher a ultrapassar todos os limites do possível.

A Bela e o Paparazzo
Realizado por António-Pedro Vasconcelos
Com Soraia Chaves, Marco D'Almeida, Pedro Laginha, Virgílio Castelo, Nuno Markl
Género – Comédia Romântica
Duração – 140 Min.
País de Origem – Portugal
Sinopse – Mariana (Soraia Chaves) é uma actriz de TV a passar por uma fase particularmente complicada: a novela onde participa está a perder audiência, as filmagens não correm como o esperado e a sua vida privada parece saída de um romance de cordel. Apesar disso, e por culpa dos paparazzi, que a perseguem dia e noite, continua sob os holofotes da imprensa cor-de-rosa e a aparecer continuamente nas capas das revistas do coração. João (Marco D'Almeida) é um paparazzo que vive escondido atrás de uma câmara e que faz da devassa da vida das estrelas o seu ganha-pão. Até que o inesperado acontece: Mariana e João conhecem-se e apaixonam-se. A partir daí, ele vai provar do seu próprio veneno, pois é o romance de ambos a ser tema de capa de todas as publicações. Agora, o grande problema de João será fazer com que Mariana não descubra a sua verdadeira identidade e, como isso não fosse suficiente, resolver as constantes complicações dos seus dois extravagantes amigos.

O Exército do Crime (L'Armeé du Crime)
Realizado por Robert Guédiguian
Com Simon Abkarian, Virginie Ledoyen, Robinson Stévenin
Género – Drama
Duração – 139 Min.
País de Origem – França
Sinopse – Durante os últimos anos da II Guerra Mundial, um grupo de 23 imigrantes em França de diversas nacionalidades, auto-denominados FTP-MOI (Franc-Tireurs Partisans - Main d' Oeuvre Immigré) e liderados pelo arménio Missak Manouchian (Simon Abkarian), tudo farão para resistir à ocupação alemã e às autoridades francesas colaborantes. A polícia francesa, em conjunto com a Gestapo, com o propósito de acabar com esta associação, espalha por todo o país cartazes a apelar à denúncia de membros do "Exército do Crime". A partir daí, a luta dos FTP-MOI não será apenas contra a força nazi, mas também contra a própria população francesa, a xenofobia e a sua sede de sangue.

Read More ...

1 comentários