2 de Julho

  • A Idade do Gelo 3: Despertar dos Dinossauros (Ice Age: Dawn of the Dinosaurs)
  • Elegia (Elegy)
  • Incendiário (Incendiary)
  • Sem Medo de Morrer (The Life Before Her Eyes)
  • A Última Casa à Esquerda (The Last House on the Left)
  • Herói Procura-se (Hero Wanted)
  • Home – Lar Doce Lar (Home)

9 de Julho

  • Doomsday - Juízo Final (Doomsday)
  • Cidade das Sombras (City of Ember)
  • Transiberiano (Transsiberian)
  • Bruno (Brüno)
  • A Proposta (The Proposal)

16 de Julho

  • Harry Potter e o Príncipe Misterioso (Harry Potter and the Half-Blood Prince)
  • The Haunting in Connecticut
  • JCVD
  • Les Bureaux de Dieu
  • Lutador - A Lei das Ruas (Fighting)
  • Thick as Thieves

23 de Julho

  • Séraphine
  • Igor
  • O Barco do Rock (The Boat That Rocked)

30 de Julho

  • Ano Um (Year One)
  • Nothing But the Truth
  • The Limits Of Control
  • Os Indesejados (The Uninvited)
  • Hannah Montana – O Filme (Hannah MontanaThe Movie)
  • Loucos e Fãs (Fanboys)

*O Calendário Está Sujeito a Alterações das Distribuídoras Nacionais

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O filme “Transformers: Revenge of The Fallen” é um sucesso absoluto de bilheteira. Segundo a «Varitey», nos Estados Unidos, o filme arrecadou nos primeiros cinco dias cerca de 142 milhões de euros. Só no fim-de-semana, o filme facturou cerca de 80 milhões de euros.
Apesar do sucesso o filme protagonizado por Megan Fox não conseguiu bater o recorde dos 144 milhões de euros arrecadados por “The Dark Knight” em igual período, ou seja em cinco dias. Os dois filmes foram os únicos a superar a barreira dos 142 milhões de euros alcançados em 5 dias.
O filme liderou as bilheteiras em 58 países na primeira semana de estreia, segundo escreve o jornal «Los Angeles Times». Na Europa a performance do filme não tem sido tão boa como nos Estados Unidos. É o quarto filme na lista dos que mais facturaram em apenas cinco dias. O filme com Megan Fox não conseguiu ultrapassar os “Piratas das Caraíbas”, “Harry Potter” e “Homem-Aranha 3”.
Entretanto, “Transformers 3” já tem data de estreia, 1 de Julho de 2011. Segundo o site da revista «Variety», a terceira sequela será realizada novamente por Michael Bay, conforme vontade manifestada pelo cineasta às produtoras Paramount Pictures e Dreamworks. «Quero fazer o terceiro filme. Gostaria de realizar outro projecto antes de voltar a Transformers, mas desejo continuar», afirmou Michael Bay em conferência de imprensa via satélite a jornalistas brasileiros, refere o Cineclick.

Fonte IOL
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Back to the Future
Realizado por Robert Zemeckis
Com Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Crispin Glover, Lea Thompson
Género – Aventura / Comédia
Estúdio – Universal Pictures
Ano de Estreia – 1985
Orçamento – 19 Milhões de Dólares
Receitas – 381 Milhões de Dólares
Sinopse – Michael J. Fox interpreta Marty Mcfly, um típico jovem Americano dos anos 80, que inesperadamente é enviado para o ano de 1955 num DeLorean, uma poderosa máquina do tempo inventada pelo louco cientista Christopher Lloyd. Durante esta alucinante viagem ao passado, Marty terá de fazer com que os jovens que um dia virão a ser seus pais, Crispin Glover e Lea Thompson, se conheçam e se apaixonem de modo a que ele possa regressar ao futuro.

Ghost
Realizado por Jerry Zucker
Com Patrick Swayze, Demi Moore, Whoopi Goldberg
Género – Drama
Estúdio – Paramount Pictures
Ano de Estreia – 1990
Orçamento – 22 Milhões de Dólares
Receitas – 508 Milhões de Dólares
Sinopse – Patrick Swayze interpreta um fantasma que faz equipa com uma vidente (Whoopi Goldberg) para descobrir a verdade acerca da sua morte e salvar a sua amada (Demi Moore) de um destino semelhante.
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Realizado por Tim Burton
Com Johnny Depp, Freddie Highmore, Helena Bonham-Carter, Christopher Lee

Na antecipação de "Alice no País das Maravilhas", que promete ser mais um devaneio bombástico do sempre desajustado (mas não obstante consagrado) Tim Burton, vale a pena recordar a também fábula "Charlie e a Fábrica de Chocolate". Conta a história de Charlie, um rapazinho extremamente pobre e de bom coração, que vive com a família num casebre ofuscado pela monumental fábrica de chocolate de Willy Wonka. Um dia, este excêntrico e misterioso homem dá oportunidade a cinco crianças de visitar a fábrica. Charlie é uma delas, juntamente com quatro das mais mimadas e arrogantes crianças do planeta, e é aqui que começa a mirabolante e onírica viagem por um mundo originalmente imaginado por Roald Dahl, mas pintado à imagem de um realizador conhecido pela sua extraordinária capacidade de expressão visual e perspectiva muito própria do mundo que o rodeia.
O peculiar universo de Burton é povoado por estranhas mas adoráveis criaturas, atormentadas e incompreendidas, que tentam em vão adaptar-se ao cruel "mundo normal". Outrora algo obscuro e mórbido, a fábula melodramática de "O Grande Peixe" trouxe-lhe luz e cor, e uma qualidade de esperança e redenção. Charlie e a Fábrica de Chocolate segue esse trilho e o realizador oferece-nos mais uma visita a esse mundo, sempre de um modo profundamente genuíno, pois, em trinta anos, "à sua maneira" é a única forma como sabe veicular as suas histórias e as suas personagens.


À primeira vista, trata-se apenas de uma história com moral para crianças, onde, através da sátira, se criticam os vícios e os excessos que os pais, por indulgência ou negligência, permitem aos filhos e se enfatizam os valores familiares, a honestidade e a pureza de coração, sem paternalismos ou condescendências de nenhum tipo. Para o olho atento, porém, há uma imensidão de maravilhas com que deleitar os olhos e o coração. Willy Wonka é o herói desajustado deste filme. É tudo aquilo que podíamos NÃO esperar da personagem original. Numa pitoresca representação de Johnny Depp, de roupas extravagantes e maneiras de desenho animado, descobrimos uma criança em ponto grande, cuja franqueza e inocência são desarmantes. A diferença é que, desta vez, são as "pessoas normais" a entrar no mundo da "aberração" e a cingir-se às suas regras. E é curioso verificar que os sentimentos que habitualmente levam à condenação e expulsão da segunda (hipocrisia, mesquinhez, ganância) são precisamente o que dita o falhanço das primeiras. Depois, no meio da fanfarra de cor e música, há os sempre presentes pormenores deliciosos, como o horrendo aparelho dentário do jovem Wonka, a adorável casa torta de Charlie que se opõe à perfeita simetria das restantes, os bonecos amorosos de boas-vindas incendiados até à disformidade, os umpa-lumpas com tanto de amável como de aterrador e Depp como o derradeiro marginal de Burton, através de quem este exorciza os seus demónios e ganha vida nos seus próprios filmes.
Todo o filme de Tim Burton não está completo sem a música de Danny Elfman (não desdenhando Ed Wood). Depois da partitura emotiva mas sóbria de O Grande Peixe, é empolgante vê-lo aqui dar largas à imaginação e criar uma partitura extravagante e selvagem, extremamente inventiva e, ao mesmo tempo, íntima e sentimental, repleta dos seus bemóis característicos. Para os temas individuais, Elfman revisita a sua faceta anos 80 de Oingo Boingo e reveste as letras de Dahl de pura diversão, inesperada doçura e contagioso frenesim, ao mesmo tempo que dá ênfase ao escárnio nelas presente. Em suma, um delírio auditivo em perfeita sintonia com o delírio visual que é Charlie e a Fábrica de Chocolate.

Classificação - 4,5 Estrelas Em 5
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Autor - Pete Yorn
Versão Windows Media Player - AQUI
Versão Quick Time - AQUI
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Titanic (1997) - Vencedor do 6º Grupo
Apurado Para a Grande Final da Batalha dos Blockbusters

7º Grupo

O Verão aproxima-se e a luta pelo título de campeão das bilheteiras deste ano intensifica-se com várias obras cinematográficas a proliferarem-se como os grandes candidatos à conquista deste título comercial. Seguindo este espírito capitalista, o Portal Cinema decidiu promover a derradeira luta dos colossos comerciais através da magnânime “Batalha dos Blockbusters”. Esta intensa luta irá consistir numa complexa e alargada votação que até Agosto, irá recuperar os principais recordistas de bilheteiras do passado e irá coloca-los frente-a-frente, um despique que será resolvido pelos nossos leitores que irão votar para escolher o Maior Blockbuster de Sempre.
Todas as Segundas-feiras iremos revelar os doze candidatos da semana que iremos apresentar durante os restantes dias. Desde segunda-feira até Domingo irá decorrer uma votação que irá englobar os doze candidatos e o mais votado avançará para a Grande Final que irá decorrer na primeira semana de Agosto.
Esta votação/batalha serve para relembrar os grandes monstros comerciais dos anos anteriores e fornecer-lhes um pequeno regresso à atenção do público. Esperemos que todos os nossos leitores participem na votação e ajudem a fazer desta batalha, um verdadeiro sucesso do Verão.

Os Doze Candidatos Desta Semana São :
Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest (2006)
Chicago (2002)
Casino Royale (2006)
Ghost (1990)
The Lost World: Jurassic Park (1997)
Forrest Gump (1994)
Troy (2004)
The Matrix Revolutions (2003)
Back to the Future (1985)
Aladdin (1992)
True Lies (1994)
Toy Story 2 (1999)

*Eleição dos Candidatos – Foi atribuído um numero aos filmes em competição e através do site Random.Org esse numero foi sorteado e colocado na selecção semanal. Os filmes do mesmo franchise não poderão ser incluídos no mesmo grupo.
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Os Óscares estão definitivamente em processo de remodelação porque depois de ter anunciado que passariam a existir dez nomeados ao Óscar de Melhor Filme a partir de 2010, a Academia anunciou recentemente que o habitual Óscar Honorário que todos os anos premeia uma distinta personalidade da sétima arte, não será entregue durante a cerimónia televisiva mas sim durante uma cerimónia particular. Segundo a Academia, esta opção é fundamentada na falta de tempo e nas pressões da estação televisiva responsável pela transmissão que aparentemente não aprecia o tempo gasto nestes momentos de homenagem.
A estas duas importantes alterações junta-se uma outra dirigida ao Óscar de Melhor Música Original, um prémio que aparentemente corre o risco de desaparecer porque se nenhuma das músicas indicadas obter uma média de votos superior a 8.25 em 10 durante o processo de nomeação, não poderá ser tida como uma nomeada final e se porventura não existirem pelo menos duas canções que consigam atingir esse patamar o prémio simplesmente não será atribuído. A implementação desta norma é supostamente justificada pela constante contestação aos nomeados desta categoria que este ano também forneceu alguma polémica ao não apresentar a música “The Wrestler” de Bruce Sprigsteen como um dos três nomeados finais.
Segundo alguns rumores, as alterações da Academia não irão ficar por aqui e alguns meios de comunicação já avançam que o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro poderá sofrer grandes alterações e poderá ser inclusivamente extinto.
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Um dos primeiros grandes sucessos comerciais de 2009 foi “Knowing”, um filme verdadeiramente apocalíptico que arrebatou aplausos e elogios de inúmeras audiências internacionais que vibraram com as suas múltiplas sequências de destruição de grande nível gráfico e sonoro. Esta obra dirigida por Alex Proyas e protagonizada por Nicolas Cage, apresentou-nos uma versão extremamente violenta dos últimos dias do nosso planeta que aparentemente era constantemente vigiado por seres interplanetários. Mas “Knowing” não será o único filme apocalíptico deste ano porque já estão agendadas as estreias norte-americanas de “2012” e “The Road”, dois filmes igualmente destrutivos mas dotados de filosofias cinematográficas bastante diferentes.

Em 2008, Roland Emmerich desiludiu-nos com “10.000 A.C”, uma produção visualmente atractiva mas intrinsecamente frágil em algumas vertentes de grande importância como a caracterização ou o argumento. No entanto, esta desilusão poderá ser facilmente apagada da memória do público se “2012” corresponder às grandes expectativas a que está sujeito porque afinal de contas, estaremos perante o grande regresso de Roland Emmerich ao género cinematográfico que o celebrizou. Portanto, poderemos esperar uma produção carregada de pânico generalizado que será desencadeado por grandes catástrofes ambientais que serão criadas através das mais recentes e avançadas tecnologias computorizadas. Não sabemos se alguns alienígenas farão uma pequena aparição mas é praticamente certo que “2012” contará com uma grande e inesperada reviravolta final. John Cusack e Amanda Peet serão os grandes protagonistas desta obra que deverá estrear nos Estados Unidos da América a 13 de Novembro.

Muito diferente de “Knowing” e “2012” é “The Road”, uma obra também ela apocalíptica mas substancialmente diferente das duas produções previamente mencionadas. Este filme de John Hillcoat centra-se numa abordagem mais psicológica e subjectiva da vertente apocalíptica, focando-se essencialmente na desintegração moral da Humanidade, um tema genericamente semelhante ao apresentado por “Blindness” em 2008. Esta importante diferença poderá justificar o grande interesse do mundo cinematográfico neste filme que já é apontado como um dos grandes favoritos aos Óscares. Graças à aparente força e amplitude da sua performance, o experiente e talentoso Viggo Mortensen também é tido como um dos possíveis candidatos ao Óscar de Melhor Actor Principal, uma referência que poderá aguçar a curiosidade de muitos espectadores. “The Road” deverá estrear nas salas de cinema norte-americanas a 16 de Outubro.
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Kung Fu Panda
Realizado por Mark Osborne e John Stevenson
Com Jack Black, Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Jackie Chan
Género – Animação
Estúdio – Dreamworks
Ano de Estreia – 2008
Orçamento – 130 Milhões de Dólares
Receitas – 630 Milhões de Dólares
Sinopse – À primeira vista pode parecer apenas um simples panda, mas de noite Po (Jack Black) sonha em tornar-se num mestre de artes marciais. Agora que o seu povo está em perigo, Po pode ver os seus sonhos tornarem-se realidade mais depressa do que pensa. Inesperadamente, foi escolhido para treinar ao lado dos seus ídolos: os lendários Tigresa, Grou, Louva, Víbora e Macaco. Conseguirá ele alcançar os seus sonhos e derrotar o temível leopardo das neves, Tai Lung?

Shrek 3
Realizado por Chris Miller e Raman Hui
Com Mike Myers, Eddie Murphy, Cameron Diaz, Julie Andrews
Género – Animação
Estúdio – Dreamworks
Ano de Estreia – 2007
Orçamento – 160 Milhões de Dólares
Receitas – 800 Milhões de Dólares
Sinopse – Quando Shrek se casou com Fiona a última coisa que estava nos seus planos era tornar-se Rei. Mas quando o seu sogro começa subitamente a coaxar, é exactamente esse destino que o espera. A menos que Shrek, com a ajuda dos seu leais amigos Burro e Gato das Botas, consiga descortinar um Rei adequado para o Reino de Bué-Bué Longe, este ogre pode muito bem ficar pendurado com o cargo. O candidato mais promissor é Artie, primo de Fiona. Mas Artie, um estudante muito baldas da época Medieval, revela-se um desafio bem maior do que esperavam.
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The Bourne Ultimatum
Realizado por
Paul Greengrass
Com Matt Damon, Julia Stiles, Joan Allen, David Strathairn
Género – Acção
Estúdio – Universal Pictures
Ano de Estreia – 2007
Orçamento – 110 Milhões de Dólares
Receitas – 442 Milhões de Dólares
Sinopse – Depois de ter perdido a memória e a única pessoa que amava, não se deixa intimidar pelas rajadas de balas de uma nova geração de assassinos altamente treinados, que perseguem todos os seus movimentos e nada os irá deter para o impedirem de conhecer a sua verdadeira identidade.

The Da Vinci Code
Realizado por
Ron Howard
Com Tom Hanks, Audrey Tautou, Ian McKellen, Jean Reno
Género – Thriller
Estúdio – Columbia Pictures
Ano de Estreia – 2006
Orçamento – 125 Milhões de Dólares
Receitas – 760 Milhões de Dólares
Sinopse – Junte-se ao conceituado professor de simbologia Robert Langdon (Tom Hanks) e à criptóloga Sophie Neveu (Audrey Tautou) numa investigação contra-relógio para resolver um estranho crime que os levará desde França até Inglaterra. Nesta busca vão desvendar o segredo protegido por uma misteriosa sociedade ancestral, oculto desde o tempo de Jesus Cristo.
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Realizado por Anne Fontaine
Com Audrey Tatou, Benoît Poelvoorde, Alessandro Nivola

A montanha pariu um rato. Uma vida tão rica, versátil e pejada de grandes personalidades como foi a de Gabrielle ‘Coco’ Chanel é aqui retratada de um ponto de vista muito mesquinho. Coco (Audrey Tatou), que terá ganho esta alcunha ao cantar uma música sobre um cão homónimo num cabaret em França, é apresentada como uma jovem órfã mas extraordinariamente ambiciosa e capaz de não olhar a meios para atingir os seus fins. Com maior ou menos rigor histórico, a jovem Gabrielle ter-se-á hospedado sem ser convidada em casa de um riquíssimo solteirão, Étienne Balsant (Benoît Poelvoorde ), que conhecera no cabaret onde cantava e aí, através dos contactos que estabeleceu e em troca da sua cama, lançou as bases do seu futuro no mundo da moda. Mas terá sido Arthur ‘Boy’Capel, que conhecera em casa de Balsant, o grande amor da sua vida e o principal patrocinador da sua primeira loja de chapéus que fizeram furor em Paris e a lançaram para a carreira fabulosa, que todos conhecemos, na alta-costura. É portanto este lado frio, calculista e amoral de Chanel que é aqui explorado. Em poucos momentos sentimos de facto grande simpatia pela personagem, a não ser talvez quando somos também confrontados com o facto de até Capel não a querer mais do que para amante. Move-nos a curiosidade de ver a construção de um império a partir do nada e a ousada extravagância desta mulher.
Nada no filme é particularmente encantador. Audrey Tatou convence na dureza do rosto e na sua beleza seca, bem como as duas principais figuras masculinas que, de algum modo, são duas faces do mesmo homem, o rico militar debochado e inconsequente, e o novo, belo e arrivista industrial. Mas nem os ambientes nem o guarda-roupa estão à altura do que se esperaria de um filme com estas pretensões, tal como não o está o argumento. Saí da sala de cinema completamente defraudada nas minhas expectativas de ver representadas na grande tela figuras como Visconti, Picasso, Greta Garbo, Jean Cocteu e o lado humano da relação de Chanel com estas figuras e com os homens com quem se envolveu. Coco avant Chanel é como que uma vingança mesquinha e imprecisa que põe a nu as verdadeiras origens da costureira, que ela disfarçou toda a vida inventando uma biografia falsa para sim mesma que começaria com o seu nascimento dez anos depois da verdadeira data, e o modo como se conseguiu promover através do seu inegável talento mas com uma forte ajuda dos homens de quem foi amante em alguns momentos simultaneamente.

Classificação - 2,5 Estrelas Em 5
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Realizado por Michael Bay
Com Megan Fox, Shia LaBeouf, Hugo Weaving, Josh Duhamel

O lançamento internacional de “Transformers: Revenge of the Fallen” foi cuidadosamente preparado e amplamente publicitado durante largos meses pela DreamWorks, no entanto, este espectáculo mediático foi rapidamente abalado pelas críticas extremamente negativas que atacaram implacavelmente a mentalidade explosiva de Michael Bay. Essas críticas generalistas são na minha opinião, perfeitamente adequadas porque o grande culpado deste fracasso qualitativo é claramente Michael Bay, um cineasta visivelmente comercial que transformou esta sequela num longo e degradante espectáculo cinematográfico que aposta fervorosamente num excessivo número de efeitos visuais e sonoros que impedem um desenvolvimento narrativo coerente e lógico.
A história de “Transformers: Revenge of the Fallen” passa-se dois anos depois dos acontecimentos de “Transformers”, onde Sam Witwicky (Shia LaBeouf) e os Autobots conseguiram proteger a raça humana da invasão dos Decepticons. Agora, Sam prepara-se para um novo desafio, sair de casa para ir para a Universidade onde pretende formar-se em Astronomia. Como o planeta Cybertron é inabitável, também os Autobots começam uma nova vida na Terra, num projecto secreto em que juntamente com os militares, formam a equipa NEST, cuja missão é procurar os Decepticons que ainda se escondem na Terra. Mas os Autobots não são vistos com bons olhos por todos, especialmente pelo Conselheiro de Segurança Nacional Theodore Galloway que assume o rosto da vontade de banir todos os Transformers do Planeta. Entretanto, a vida "normal" de Sam sofre um adiamento imprevisto porque os Decepticons subitamente descobrem que ele representa a chave do destino da decisiva batalha entre o Bem e o Mal. Agora, juntamente com os Autobots e Soldados do NEST, Sam e Mikaela (Megan Fox) têm de desvendar o segredo da presença dos Transformers na Terra e os sacrifícios que terão de ser feitos para a proteger de uma vingança anunciada, o regresso do mítico Decepticon Original, The Fallen.


Apesar das inúmeras falhas ao nível do argumento e do elenco, o primeiro filme da saga introduziu razoavelmente este rentável produto de animação aos grandes palcos cinematográficos. No entanto, a sua consolidação nesta complexa indústria iria depender dos futuros projectos da saga e com a apresentação desta sequela, um dos filmes mais aguardados deste ano, parece-me claro que esse objectivo não será completamente cumprido. Acredito que comercialmente, “Transformers: Revenge of the Fallen” irá manter os valores do primeiro filme mas a sua imagem poderá ficar irremediavelmente manchada se posteriormente vier a ser considerado um flop qualitativo, algo que neste momento parece-me bastante provável. Uma análise mais aprofundada desta obra mostra-nos que narrativamente, “Transformers: Revenge of the Fallen” é bastante frágil e incompreensível. Existem demasiadas personagens que vão aparecendo e desaparecendo sem grandes explicações, também existem demasiadas histórias paralelas que nunca são convenientemente desenvolvidas. Os grandes vilões do primeiro filme regressam em força mas são completamente ofuscados por um vilão superior que elabora uma complexa estratégia para recuperar uma série de engenhos que supostamente estão escondidos na Terra mas que por alguma razão não explicada, escaparam aos heróis do primeiro filme que subitamente arranjam novos aliados e várias conexões militares. Entre fugas e lutas por diversas localizações que não ficam restringidas à superfície terrestre, somos confrontados com sucessivas mortes e ressurreições que tornam ainda mais inexplicável esta complexa história. Os conceitos e mecanismos dos Transformers são aereamente explicados, algo que prejudica a compreensão objectiva de quem nunca tenha visto os desenhos animados da saga. Os frágeis diálogos também não convencem porque são pouco objectivos, focando-se essencialmente em informações básicas e ideais superficiais de justiça ou amor, basicamente as filosofias clichés deste tipo de filmes que representam uma batalha entre o Bem e o Mal.


Surpreendentemente, o negativismo desta obra não se restringe ao argumento mas também se alastra aos aspectos técnicos, uma das vertentes mais apreciadas do primeiro filme. A detalhada e imaginativa construção computorizada dos Transformers mantém-se intacta e imponente mas tudo o resto é um verdadeiro espectáculo de exageros que foram idealizados por Michael Bay, um cineasta que infelizmente não se conseguiu controlar e adicionou demasiados efeitos a uma produção que exigia um pouco mais de contenção tecnológica. Este excesso de efeitos visuais/sonoros dá-se sobretudo nas grandes sequências de acção que estão sobrelotadas de intervenientes e explosões, algo que seria minimamente aceitável num filme com duas ou três cenas deste tipo, mas quando estamos perante uma mega produção de aproximadamente duas horas e meia que aposta consecutivamente nessas cenas, torna-se óbvio que cena após cena, a grande maioria dos espectadores começam a ficar visualmente e sonoramente saturados de tanta confusão bélica que acaba sempre numa destruição previsível.
O elenco mantém a mediocridade do primeiro filme já que os principais intervenientes mantêm um nível básico e superficial porque é notório que as suas capacidades profissionais não interessam à saga, no entanto, as capacidades físicas assumem uma preponderância substancial e neste campo, Megan Fox e Isabel Lucas assumem claramente o protagonismo visual. Em 2007, “Transformers” dividiu a crítica especializada mas conquistou um respeitável sucesso comercial nas bilheteiras internacionais, algo que muito provavelmente também irá acontecer com “Transformers: Revenge of the Fallen”, apesar das múltiplas críticas negativas e inúmeras falhas ao nível do argumento e realização.

Classificação – 1 Estrela Em 5
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Pearl Harbor
Realizado por Michael Bay
Com Ben Affleck, Josh Hartnett, Kate Beckinsale, Cuba Gooding Jr
Género – Drama
Estúdio – Buena Vista International
Ano de Estreia – 2001
Orçamento – 150 Milhões de Dólares
Receitas – 450 Milhões de Dólares
Sinopse – Este épico retracta aquele que foi considerado um dos mais devastadores actos de guerra. À medida que as vidas e os amores de uma geração são tragicamente destruídas por um dos maiores conflitos que o mundo moderno alguma vez conheceu, a 2ª Guerra Mundial, os acontecimentos em Pearl Harbor tornaram-se num teste supremo à força do espírito humano.

Bruce Almighty
Realizado por Tom Shadyac
Com Jim Carrey, Morgan Freeman, Jennifer Aniston
Género – Comédia
Estúdio – Universal Pictures
Ano de Estreia – 2003
Orçamento – 80 Milhões de Dólares
Receitas – 485 Milhões de Dólares
Sinopse – Apesar da popularidade e do amor da namorada, o repórter de uma estação local de televisão Bruce Nolan não acha que o mundo o esteja a tratar como deve ser. È então que, no fim do seu pior dia de sempre e bastante zangado, Bruce atira para cima de Deus a culpa por toda a sua vida estar arruinada. Deus responde, e resolve entregar todos os seus poderes a Bruce, para ver se ele é capaz de fazer melhor.
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Michael Jackson
1958-2009
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Realizado por António Antunes e Jorge Neves

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A famosa actriz que ganhou notoriedade internacional na série televisiva "Anjos de Charlie" morreu aos 62 anos, vítima de cancro colo-rectal. Farrah Fawcett foi uma super-estrela na década de 70, cuja popularidade arrancou com o seu papel de Jill Munroe, um dos três elementos da série de investigadoras privadas "Os Anjos de Charlie". Mas a partir dos anos 80 e para além da sua imensa beleza, Farrah Fawcett provou também que era uma actriz de valor, no teatro, na televisão e no cinema.
A actriz, a que foi diagnosticado cancro colo-rectal em 2006, foi desde o início uma personalidade muito activa na luta pública contra a doença, que documentou no especial televisivo de duas horas "Farrah’s Story", exibido em Maio último na NBC e que foi visto por nove milhões de pessoas. Fawcett tinha sido internada em Abril em Los Angeles e o actor Ryan O’Neal, seu companheiro desde 1982, tinha confirmado muito recentemente que a saúde da actriz estava a declinar. O cancro espalhara-se recentemente ao fígado e a intérprete acabaria por falecer a 25 de Junho, aos 62 anos.
Outrora muitíssimo popular, com a imagem a adornar centenas de posteres e capas de revistas, a actriz conseguiu provar que era mais que um rosto bonito, nas suas diversas prestações em peças "off-Broadway" mas também no cinema e na televisão. A sua interpretação mais elogiada foi no filme "Humilhação", baseado numa controversa peça em que também brilhou, como uma mulher que se vinga do seu suposto violador. No cinema, as suas prestações mais populares deram-se em filmes como "Fuga no Século XXIII" (1976), "Saturno 3" (1980), "A Corrida Mais Louca do Mundo" (1981), "O Apóstolo" (1997) e "Dr. T e as Mulheres" (2000).


Fonte Sapo
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Sam Witwicky (Shia LaBeouf) – Humano – O adolescente que salvou o planeta no primeiro filme tenta regressar à normalidade quotidiana ao ingressar na Universidade da Costa Leste no curso académico de Astronomia. No entanto, a pacificidade não durou muito tempo porque durante os seus estudos começa a ter várias visões sobre os símbolos Cybertronianos que revelam a localização terrestre do Energon, o dispositivo energético que alimenta os Decepticons e Autobots.

Mikaela Banes (Megan Fox) – Humana – Devido às limitações financeiras da sua família, Mikaela não pôde acompanhar Sam mas a sua relação amorosa sobrevive graças à Internet. Na tentativa de amealhar algum dinheiro, começa a trabalhar numa oficina de motas, emprego que rapidamente abandona para ajudar Sam numa nova e perigosa aventura.

Alice (Isabel Lucas) – Decepticon/Pretender – Um Decepticon disfarçado de Humana Feminina que pretender adquirir todas as informações sobre Sam. Assume a forma de uma simpática e afável estudante de astronomia na esperança de seduzir e aproximar-se de Sam.

Optimus Prime – Autobot – Camião Peterbilt - O líder dos Autobots, a facção pacífica dos Transformers. Mais uma vez irá liderar a luta contra as terríveis intenções dos Decepticons que pretendem usar o Energon para destruírem o Universo.

Bumblebee – Autobot - Chevrolet Camaro – O principal encarregado de proteger e informar Sam sobre a dimensão e ameaça dos seus inimigos. Uma pequena avaria nos seus circuitos internos impede-o de comunicar normalmente, sendo forçado a utilizar as músicas do rádio para transmitir informações e sentimentos.

Megatron – Deception – O grande líder dos Decepticons que após os acontecimentos do primeiro filme foi dado como morto e desactivado. No entanto, após sofrer uma severa reconstrução, regressa mais forte e mais determinado em exterminar os múltiplos inimigos que o derrotaram num passado recente.

The Fallen – Transformer Original – Uma das treze primeiras máquinas intelectualmente auto-suficientes a habitarem o Planeta Cybertronia. Foi o principal responsável pela corrupção mental e moral de Megatron que posteriormente criou os Decepticons, seguindo a ideologia bélica do seu mentor. Preso durante séculos numa dimensão paralela, The Fallen, mantém uma via comunicacional com os seus subordinados maléficos através de uma janela multi-dimensional.

Ironhide – Autobot - GMC Topkick – O especialista em armas dos Autobots. A sua personalidade aparentemente áspera é dissimulada pela sua extrema lealdade e preocupação para com os seus companheiros.

Ratchet – Autobot – Hummer H2 – O encarregado médico/mecânico dos Autobots. Sábio e dedicado, exibe sempre um comportamento profissional e extremo.

Jetfire – Autobot - SR-71 Blackbird – Um Decepticon renegado que decidiu juntar-se aos Autobots. Ele acredita cegamente na filosofia pacifista defendida por Optimus Prime.

Arcee – Autobot – Motas Ducati/Suzuki/Augusta – Um Autobot feminino que tem a pequena particularidade de assumir a forma de três veículos de marcas distintas.

Starscream – Decepticon - F-22 Raptor – O principal sobrevivente maligno do primeiro filme que após fugir da Terra, organizou um novo exército de Decepticons que têm o objectivo de recuperar Megatron e conquistar o Universo.

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Tarzan
Realizado por Chris Buck, Kevin Lima
Com Tony Goldwyn, Minnie Driver, Glenn Close, Brian Blessed
Género – Animação
Estúdio – Walt Disney Pictures
Ano de Estreia – 1999
Orçamento – 150 Milhões de Dólares
Receitas – 450 Milhões de Dólares
Sinopse – Nas profundezas da selva africana, uma mãe gorila dá o nome "Tarzan" a um menino e adopta-o como filho, apesar do líder Kerchak não considerar a "maravilha sem pêlo" um dos seus. Crescendo na companhia do espertalhão e divertido gorila Terk e do excitado elefante Tantor, Tarzan desenvolve todos os instintos e agilidade dum animal selvagem, "surfando" e balançando-se pelas árvores à velocidade dum raio.Mas com a inesperada chegada dos da sua espécie, incluindo a encantadora Jane, dois mundos estão prestes a tornar-se num.

Men in Black
Realizado por Barry Sonnenfeld
Com Tommy Lee Jones, Will Smith, Linda Fiorentino
Género – Acção
Estúdio – Columbia TriStar
Ano de Estreia – 1997
Orçamento –250 Milhões de Dólares
Receitas – 590 Milhões de Dólares
Sinopse – Os Agentes J (Will Smith) e K (Tommy Lee Jones) fazem parte do segredo mais bem guardado do Universo: MIB - Homens de Negro, uma agência governamental que oficialmente não existe e que controla as actividades extraterrestres na Terra. Eles convivem diariamente com uma multidão de divertidos extraterrestres que escolheram a Terra como local de residência, sem que ninguém saiba da sua existência. Enquanto investigam uma série de encontros imediatos não registados, os agentes MIB descobrem uma mortífera conspiração de um terrorista intergaláctico, que prevê a destruição da Terra! A missão de K e J é proteger o mundo da escória do Universo.
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Na tentativa de minimizar as críticas efectuadas à escolha dos cinco nomeados ao Óscar de Melhor Filme, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos da América substituirá no próximo ano, a tradicional nomeação de cinco filmes por uma selecção mais alargada e aparentemente diversificada de dez filmes. Esta medida não foi muito bem recebida por alguns imponentes membros do comité de selecção que não vêm com bons olhos esta alteração porque acreditam que não trará qualquer benefício à competição.
Esta medida não é propriamente inovadora porque durante os primeiros anos dos míticos prémios, a selecção para o galardão máximo continha os dez melhores filmes do ano, no entanto, essa regulamentação foi abandonada em 1943 e substituída pelo actual modelo, curiosamente sob pressão de vários membros que não acreditavam que uma nomeação tão vasta beneficiasse a escolha do melhor produto.
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Estreia hoje em Portugal, a segunda entrega da saga cinematográfica dos Transformers, apelidada de “Transformers: Revenge of the Fallen”. Neste segundo filme, a conclusão da batalha decidirá o destino da Terra e de todo o Universo. Sam e Mikaela, os adolescentes que salvaram a humanidade no primeiro episódio da série, continuam a ser perseguidos pelos vilões Decepticon. São eles que, involuntariamente, possuem o conhecimento sobre a origem e a fonte de energia dos Transformers. Agora, militares americanos e uma força internacional aliam-se aos Autobots de forma levar a cabo a sua missão,salvar o Universo.










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Transformers - Retaliação (Transformers: Revenge of the Fallen)
Realizado por Michael Bay
Com John Turturro, Megan Fox, Rainn Wilson, Shia LaBeouf
Género – Acção
Duração – 143 Min.
Pais de Origem – EUA
Sinopse – A extraordinária saga dos Transformers, seres gigantes de um planeta distante que se sentem forçados a camuflar a sua verdadeira identidade sob a forma de automóveis, aviões e inúmeros outros aparelhos electrónicos, no planeta Terra. Presos numa batalha por uma fonte de energia escondida no nosso planeta, os pacíficos Autobots lutam contra os cruéis Decepticons, determinados em dominar o Universo apoiando-se na sua superior tecnologia. Fundamentais no desenrolar da história são Sam e Mikaela, dois estudantes do secundário que, inconscientemente, detêm a chave da fonte de energia, tão cobiçada pelos Transformers.

Coco Avant Chanel
Realizado por Anne Fontaine
Com Alessandro Nivola, Audrey Tautou, Benoît Poelvoorde, Emmanuelle Devos
Género – Drama / Biografia
Duração – 105 Min.
Pais de Origem – França
Sinopse – Esta é a história de uma jovem francesa no início do século XX. Uma rapariga pobre mas que conseguiu transformar a promessa de uma vida banal num surpreendente destino. Ela usou o seu talento natural de costureira para se impor no mundo da moda, inventando um estilo que não só ofuscou todos os outros, como permaneceu na moda quase um século depois. O seu nome era Gabrielle e quando, num cabaret, um grupo de homens bêbados a apelidou de “Coco”, no seguimento de uma canção que tentou cantar entre a animada multidão, ela não aceitou apenas esta alcunha embaraçosa, mas adoptou-a orgulhosa e teimosamente, impondo-a ao mundo inteiro: Coco Chanel.

Com outra? Nem Morta! (Over Her Dead Body)
Realizado por Jeff Lowell
Com Eva Longoria, Jason Biggs, Lake Bell
Género – Comédia
Duração – 95 Min.
Pais de Origem – EUA
Sinopse – Quando a sua linda mas possessiva noiva, Kate, morre acidentalmente no dia do casamento, Henry não consegue seguir em frente com a sua vida. Após muita insistência da sua irmã Chloe, decide consultar Ashley, uma psíquica que também gere um negócio de catering junto com o seu amigo Dan. Apesar do cepticismo sobre as suas capacidades psíquicas, Henry apaixona-se perdidamente por Ashley, e vice-versa. Mas há um pequeno problema, Ashley está a ser perseguida pelo fantasma de Kate, que vai fazer de tudo para impedir o romance, nem que seja a última coisa que faça na Terra

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O galardoado génio da animação japonesa, Hayao Miyazak, criador de obras como “Howl's Moving Castle” e “Spirited Away”, está de regresso aos grandes palcos cinematográficos internacionais com “Ponyo on The Cliff by The Sea”, uma virtuosa produção animada que já bateu inúmeros recordes comercias na Ásia. O filme conta-nos a história de Ponyo, um pequeno mas resistente peixinho que deseja transformar-se em Humano.

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Titanic
Realizado por James Cameron
Com Leonardo DiCaprio, Kate Winslet, Billy Zane, Kathy Bates
Género – Drama
Estúdio – Paramount Pictures / 20th Century Fox
Ano de Estreia – 1997
Orçamento –200 Milhões de Dólares
Receitas –1.8 Mil Milhões de Dólares
Sinopse – Leonardo DiCaprio e Kate Wilslet, abrilhantam o filme nos papeis de Jack e Rose, os jovens amantes separados pela sua classe social mas destinados a encontrarem-se na única viagem do "inafundável" R.M.S. Titanic. Mas quando o condenado navio de luxo colide com um iceberg no gélido Atlântico Norte, a sua escaldante relação amorosa transforma-se numa luta emocionante pela sobrevivência.

Apollo 13
Realizado por Ron Howard
Com Tom Hanks, Bill Paxton, Kevin Bacon, Gary Sinise
Género – Drama
Estúdio – Universal Pictures
Ano de Estreia – 1995
Orçamento – 52 Milhões de Dólares
Receitas – 355 Milhões de Dólares
Sinopse – Só tinha passado um ano desde que o Homem pisara a lua pela primeira vez e segundo a opinião pública, a Apollo 13 ia ser uma missão de rotina até que estas palavras chegaram da imensidão do espaço: "Houton Temos um Problema". Suspensos a mais de 350.000 mil quilómetros da Terra numa nave avariada, três astronautas vêem-se imersos numa desesperada batalha pela sobrevivência. Enquanto isso, no Centro de Controle, todos tentam trazê-los de volta, lutando contra o tempo. Um emocionante episódio verídico que narra uma história de coragem, luta e engenho, algumas das características mais marcantes da saga da conquista do espaço.
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Os inúmeros fãs do talentoso mas alternativo cineasta Tim Burton, têm novos motivos para comemorar porque foram recentemente divulgadas novas imagens de qualidade das várias personagens que compõem a extravagante obra "Alice in Wonderland". As imagens divulgadas apresentam as típicas características do inconfundível estilo de Tim Burton que muito provavelmente dará a este clássico e intemporal conto de fadas uma nova visão e dimensão. Segundo fontes próximas da Walt Disney, o estúdio responsável pela produção do filme, "Alice in Wonderland" deverá chegar aos cinemas norte-americanos em Março de 2010
As imagens mostram a caracterização de actores como Johnny Depp, Anne Hathaway e Helena Bonham Carter que interpretam respectivamente os papéis do Chapeleiro Maluco, Rainha Branca e Rainha de Copas.A protagonista, Alice, será interpretada pela australiana Mia Wasikowska. Os actores Michael Sheen, Alan Rickman, Stephen Fry e Christopher Lee também fazem parte do elenco. Esta clássica obra literária de Carroll, datada de 1865, teve uma primeira adaptação cinematográfica em 1903. Em 1951, foi produzido pelos estúdios Disney uma versão animada que rapidamente se tornou num dos vários clássicos de animação do estúdio. Esta nova produção de Tim Burton terá o beneficio de aproveitar as potencialidades da Tecnologia 3D que será utilizada para recriar uma grande parte do Mundo das Maravilhas.














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O primeiro teaser trailer oficial de "The Last Airbender", o mais recente projecto do mestre do suspense M Night Shyamalan foi finalmente divulgado no Youtube. A Paramount acredita que pode ser a primeira parte de uma trilogia.
O filme baseia-se na série de animação televisiva do canal Nickelodeon, que mostra um mundo em que a civilização está dividida em quatro grandes nações: Água, Terra, Ar e Fogo. A nação do Fogo está em guerra contra as outras três. O herói é o jovem Aang, interpretado por Noah Ringer, que, de acordo com a profecia, tem o dom de manipular todos os elementos e juntar os povos. A estreia do filme está prevista para 2 de Julho de 2010.

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Gone with the Wind
Realizado por Victor Fleming
Com Clark Gable, Thomas Mitchell, Vivien Leigh, Barbara O'Neil
Género – Drama
Estúdio – Warner Bros.
Ano de Estreia – 1939
Orçamento –4 Milhões de Dólares
Receitas – 400 Milhões de Dólares
Sinopse – Esta clássica obra narra o amor entre Scarlett O'Hara e Rhett Butler durante a guerra civil americana. É a história de uma mulher egoísta que não quer admitir os seus sentimentos sobre o homem que ela ama, e finalmente o perde.

The Fugitive
Realizado por Andrew Davis
Com Harrison Ford, Tommy Lee Jones, Sela Ward, Julianne Moore
Género – Thriller
Estúdio – Warner Bros.
Ano de Estreia – 1993
Orçamento –20 Milhões de Dólares
Receitas –370 Milhões de Dólares
Sinopse – Harrison Ford é o preso em fuga Dr. Richard Kimble, um cirurgião de Chicago erradamente condenado por ter morto a sua mulher e determinado a demonstrar a sua inocência, conduzindo os seus perseguidores até ao homem com um só braço que efectivamente cometera o crime.
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